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Spoilers

A Semana Lá Fora: as estreias de Southland e Harper’s Island, as finales de Trust Me e Terminator, a volta de Tudors

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Southland - Piloto

Waal! Que semana! Faltou espaço na coluna pra tanta estreia de séries novas, episódios finais de série, episódios finais de temporada e tantos acontecimentos marcantes.

A coluna A Semana Lá Fora abre com reviews de algumas das estreias da semanas: o drama policial Southland, o suspense Harper’s Island e as comédias Parks and Recreation e Surviving Suburbia. E ainda dois retornos: a estreia da terceira temporada de The Tudors e a volta do hiato de Fringe.

E de lá vamos para as despedidas: Law & Order UK chegou ao final se sua curtíssima primeira temporada, assim como a já renovada United States of Tara.Terminator: The Sarah Connor Chronnicles completou seu segundo ao (e fica a expectativa se teremos ou não um terceiro ano). A tristeza maior fica com os fãs de Trust Me. Logo após a exibição do 13º episódio e a TNT já havia confirmado: a série estava cancelada.

Completando a coluna, trazemos reviews de Chuck (com Chevy Chase e Scott Bakula), uma nova empresa nascendo em The Office (que teve episódio duplo!), os últimos desdobramentos de Lost e 24 Horas e, claro, o episódio de House que foi o assunto da semana. Venha discutir estas séries conosco. Está no ar a coluna!

Southland: Piloto (1×01)
Exibição: 9/4/2009
MVP: Regina King e Benjamin McKenzie

Depois de uma década e meia de ER, é hora de outro drama assumir as quintas-feiras da NBC. John Wells (The West Wing, Third Watch e ER) está à frente de Southland, drama policial e promessa do canal para este ano – até Jay Leno assumir o horário das 22h.

Focado nas investigações e rotinas da polícia de Los Angeles, Southland transforma a ótima (e por que não “clássica”?) Third Watch em uma pálida lembrança: o enredo é mais cru, seco, violento e real. Dirigido de maneira adulta por Christopher Chulack, o piloto nos apresenta um mundo de policiais bocas sujas, misóginos e problemáticos, mas que fazem seu trabalho. Servindo de porta para esse mundo está Benjamin McKenzie, muito bem adaptado na pele do policial novato Ben Sherman. Claro, nunca assisti The O.C., mas mesmo com as ofensas de seu parceiro (que o chamou de Tori Spelling e morador de 90210) não vi um astro teen até o momento. O que é ótimo.

O problema fica com os outros personagens: não os compreendi tão bem exatamente. Todos parecem um padrão clássico de “policiais brancos”, mas talvez seja pela (ótima) opção de se exibir um piloto sem esfregar em nossa cara como será cada um deles: o destaque ficou para as três investigações interligadas, na linha de Crash. Porém, isso não deu muito certo com o detetive Sammy Bryant (Shaw Hatosy) que possui a esposa problemática, e principalmente com Russel Clark, interpretado por Tom Everett Scott e que simplesmente não mostrou à que veio.

Feita essa ressalva, dá pra destacar Regina King na ótima personagem da detetive Lydia Adams, mais humana e menos caricata que os demais. Filmado como se fosse um documentário (apesar de não haver “câmeras os seguindo”, há alguns palavrões censurados, o que ficou meio estranho), Southland já nasce com a assinatura de John Wells: muitos personagens, muitas tramas e uma divisão entre desenvolvimento de histórias e trabalho. Não é só mais um procedural. Pode marcar em sua agenda semanal – até Jay Leno assumir o horário das 22h. (Thiago Sampaio)

Harper's Island - Whap

Harper’s Island: Whap (1×01)
Exibição: 9/4/2009
MVP: n/a

Acho que de todos os defeitos desse piloto de Harper’s Island, o maior é o fato de que em nenhum momento eu consegui me envolver e ser carregada pela trama. O tempo todo eu estava assistindo personagens interagindo por meio de atores bem medíocres, para compor storylines pensadas e repensadas por um time de roteiristas que simplesmente repetiram estereótipos e tramas batidas (e algumas, como a do ex-namorado que vai ao casamento a pedido do pai rico para que não deixe a filha casar com o menino pobre, deixando a mocinha bastante perturbada, é digna de novela mexicana), com uma trilha sonora que me pareceu algo que eu já ouvi em vários filmes do gênero, se fazendo bem presente para nos dizer quando deveríamos ficar tensos ou assustados.

Fiquei com a sensação de que tudo era encenado demais, e eu não consegui ficar tensa, assustada ou me envolver com aquelas pessoas. Nem mesmo Abby, que apesar de tudo parece ser a personagem mais interessante da série. Eu não posso dizer que não vá melhorar, contudo. A série tem potencial, mesmo que seja potencial para entretenimento descompromissado. Talvez se os criadores pararem de tentar torná-la complexa, ela ganhará fluidez o suficiente para nos manter engajados.

Enquanto isso não acontece, eu me reservo no direito de sentir muito vergonha alheia pelo casal louro e de não entender porque toda produção de suspense precisa de uma criança assustadora, de não me importar com quem morrerá a cada semana ou em descobrir quem é o misterioso serial killer. Sim, isso significa que tentarei ver a série até o final, não importando o quão frustrante a experiência seja. Afinal, são só 13 episódios. (Thais Afonso)

Parks and Recreation - Piloto

Parks and Recreation: Piloto (1×01)
Exibição: 9/4/2009
MVP: Amy Poehler

Por Parks and Recreation ser uma espécie de spin-off não oficial de The Office, é impossível não compará-la com a série de Carrell. Porém eu não farei tal comparação. Não é nem uma questão de ser politicamente correta, ou justa. Eu vi apenas o piloto de The Office e isso já faz uns dois anos. Então apesar de conseguir perceber que o recurso narrativo é o mesmo, eu não tenho muita base para comparação.

Eu não achei Parks e Recreation a melhor comédia que eu já vi na vida, mas dificilmente eu gosto de pilotos de comédias. Geralmente o que faz com que eu continue é o potencial do argumento e o carisma dos protagonistas. E na minha opinião, Parks and Recreation possui ambas as coisas.

Amy Poehler sempre foi uma das minhas favoritas em SNL. Tanto que o envolvimento dela foi o grande motivo para eu conferir a série. E ela não me decepcionou. Sua Leslie Knope convence completamente como alguém totalmente sem noção e até mesmo ingênua, mas que consegue que não ser irritante em seu entusiasmo e otimismo extremos.

Então eu estou ansiosa para ver o que vem a seguir e descobrir se Leslie conseguirá de fato construir seu parque, e espero que Parks and Recreation consiga ser tão divertida e inteligente quanto o show da ex-colega de SNL de Poehler, Tina Fey. (Thais Afonso)

Surviving Suburbia - Hero

Surviving Suburbia: Hero (1×01)
Exibição: 6/4/2009
MVP: G. Hannelius

Lá se vão quatro temporadas sem que a rede ABC emplaque uma comédia – as únicas que estrearam e foram renovadas neste período pelas minhas contas foram Samantha Who?, que hoje sabemos que chegou lá mais na carona do Dacing with the Stars do que por seus próprios méritos, e Notes from the Underbelly, que eu realmente curtia, mas entendo que foi renovada provavelmente em um lapso de julgamento dos executivos da ABC.

E depois de tantas ideias toscas (Carpoolers), bizarras (Cavemen), mal copiadas (Hot Properties) ou mal executadas (Miss Guided), a boa notícia é que a ABC voltou ao básico – uma sitcom familiar, clássica, que é o que eles sabem fazer. Não esqueçam, este é o canal de Roseanne e Home Improvement.

A boa notícia é que Surviving Suburbia vai quebrar um galhão de quem sente falta de uma típica sitcom. A má é que ela não tem absolutamente nenhum elemento novo (dava pra encenar este mesmo episódio com o elenco de Apesar de Tudo que ninguém notaria a diferença).

Se não há nada de novo, bom, pelo menos o elenco é promissor, certo? Em termos. Bob Saget nunca foi lá muito engraçado (em Três é Demais, quem fazia rir era a Michelle, a Kimmy, o Joey, e às vezes até mesmo o Tio Jesse, mas nunca o Danny) e pra mim ele está velho demais para o papel. O que é curioso, porque toda a divulgação da série está em torno dele. Mas temos a Cynthia Stevenson, sempre versátil e talentosa, e uma atriz-mirim, G. Hannelius, que é um espetáculo.

Não há nada especial em Surviving Suburbia. Mas, nestes anos de seca, já é um bom início. (Paulo Antunes)

Chuck: Chuck Versus the Broken Heart (2×19)
Exibição: 6/4/2009
MVP: Zachary Levi, Scott Bakula e Chevy Chase

Quando eu disse que o pai de Chuck poderia ter alguma ligação com o Intersect confesso que não esperava que ele o tivesse criado. Então Chuck é filho do Orion. Sério, essa série só faz melhorar e mesmo sendo clichê, o tratamento dado foi muito bem desenvolvido. Gosto quando se trabalha com as coincidências que a vida pode trazer. Afinal, o pai de Chuck criou o Intersect mas não tem nada a ver com o fato dele ter parado no cérebro do seu filho.

Bartowski está cada vez mais “Carmichael”. E ao mesmo tempo continua atrapalhado. Ele atirando no Casey foi ótimo. E principalmente o Casey precisando de três tranquilizantes para finalmente desmaiar. Não sem antes ameaçá-lo de morte, é claro. Rsrs.

Eu fiquei com pena da Ellie o episódio todo. E pela primeira vez gostei 100% das cenas dela com o Devon. E foi ótimo saber que não se esqueceram da despedida de solteiro mas ao mesmo tempo mostraram que um casal pode passar por essas coisas com maturidade sem cair na história do casamento cancelado.

O Morgan mais uma vez foi o Morgan: aquele amigo que não quer crescer e não quer deixar você crescer. Péssimo. Espero que o Chevy Chase apareça novamente. Sua participação foi precisa para o desenvolvimento da trama. Eu gosto mais dele nesse papel arrogante do que sendo apenas engraçado. (Tati Leite)

The Office - The Michael Scott Paper Company

The Office: Dream Team e The Michael Scott Paper Company (5×20 e 5×21)
Exibição: 9/4/2009
MVP: Steve Carell, Idris Elba e Jenna Fischer

Amo as retas finais de The Office. São nelas que notamos o poder de renovação do seriado: quando a fonte parece estar esgotada, os roteiristas nos presenteiam com avanços de trama dignos dos melhores dramas. Mas com a pitada de humor de sempre.

Com a chegada do novo Diretor Regional, Charles Miner, Michael se demitiu e, com um discurso empolgado, tentou atrair alguns de seus antigos funcionários para sua nova empresa de papel. Apenas Pam, num ato de completa insanidade, resolveu seguir com ele. E claro, as coisas não dão muito certo no começo (Michael não tem um escritório, teve o empréstimo financeiro recusado pela avó e não sabe o que está fazendo), mas de maneira emocionante tudo se resolve no final.

Digo “emocionante” porque foi tocante mesmo. Jenna Fischer, na sua melhor fase na série, conduziu Pam em sua tormenta emocional no pequeno almoxarifado do mesmo prédio da Dunder Mifflin, aturando um chefe sem metas, e batendo cabeça com o inapto colega Ryan (B.J. Novak, que retornou das gravações de Inglourius Basterds, de Quentin Tarantino), até vender sua primeira remessa de papel quando tudo parecia perdido.

Ela acabou se saindo melhor que seu noivo: Jim não começou nada bem com o novo chefe, que o acha um idiota folgado. E mentir que gosta de “soccer” não ajudou em nada no processo (os funcionários procurando na Internet nomes como Pelé e Maradona pra impressionar o chefe foi impagável). Agora é esperar desfecho da temporada. E, como sempre, ser pego de surpresa pelas reviravoltas dessa comédia perfeita. (Thiago Sampaio)

United States of Tara: Miracle (1×12))
Exibição: 5/4/2009
MVP: Toni Collette

United States of Tara foi vendida e promovida como uma comédia. Para mim, desde o começo, é uma série dramática e até bastante melancólica. Mas ao mesmo tempo, às vezes eu sinto o tom mais voltado para o cômico da série destoar completamente do quanto alguns assuntos me deixam perturbada.

Especialmente em se tratando da doença de Tara. Eu sempre acho a disputa dos alters pela consciência e o direito de interagir com o mundo exterior a sua própria maneira um pouco sinistra. Sim, em grande parte os alters existem porquê a Tara precisa dessa proteção, mas pelo menos Alice e T são personalidades bem narcisistas. E Alice certamente não vai desistir de seu plano de submeter Tara a ela e usurpar sua vida tão cedo. E eu considero bem perturbadora a idéia de existir algo dentro de você que trame para tirar o controle da sua consciência original.

E sobre o trauma de Tara, eu na verdade fiquei mais confusa do que qualquer outra coisa. Se era T que estava com Tripp, isso significa que Tripp estuprou a T? Porquê ela certamente falou como se tivesse sido consensual e ela tivesse gostado, e até mesmo estado no controle, mas a fala de Buck e toda a confissão de Tripp sobre realmente ter tirado vantagem de Tara fizeram parecer que T estava bêbada demais para consentir qualquer coisa. De qualquer forma, por Tara não estar em controle do próprio corpo e não saber da doença que possuía àquela altura, podemos dizer que mesmo que T tenha consentido, a Tara sofreu agressão sexual de qualquer maneira? Eu acho que sim. E com essa nova revelação sobre a origem da doença, agente pode pensar que a Tara foi mandada para o internato por causa de sua condição. Mas o quê a causou? O maior mistério da primeira temporada, aparentemente também será o da segunda. (Thais Afonso)

Trust Me - The More Things Change

Trust Me: The More Things Change (1×13)
Exibição: 7/4/2009
MVP: Eric McCormack, Griffin Dunne e Donna Murphy

Quanto mais as coisas mudam, mais elas continuam as mesmas. O episódio final dessa temporada de Trust Me (e da série) traz muitos ecos do piloto. Ele encerra esse primeiro ciclo com perfeição e seu único defeito é ser exatamente isso, o fim de uma temporada apenas, deixando abertas tramas e trazendo em seu final um gancho que não será resolvido.

Em The More Things Change uma nova campanha milionária é ganha de Cochran e Mason se vê novamente em uma posição delicada, recebendo a oferta de uma promoção que o coloca em uma posição desconfortável. Há um grande jogo de poder, e apesar de Mason, Conner e Sarah acabarem retornando a pontos passados, a demissão de Tony e Cochran tomando a agência em um golpe seriam suficientes para construir novas e interessantes tramas para uma temporada subseqüente.

Porém enquanto Mason era laureado, a série tinha o destino oposto. Com a audiência fraca, ganhou exibição apressada pela TNT e foi cancelada. Uma pena, pois Hunt Baldwin conseguiu fazer uma série bem divertida e escalou um elenco ótimo. Eric McCormack, Tom Cavanagh e Monica Potter mostraram muito carisma e entrosamento, formando um trio protagonista formidável e Sarah Clarke, Griffin Dunne e Donna Murphy conseguiram dar dimensão aos seus personagens não tão interessantes, e que certamente apareciam de menos. Inclusive Dunne e Murphy tem apenas uma cena particularmente boa nessa finale e estão espetaculares, apesar da storyline clichê. E a principal razão pela qual eu sentirei falta de Trust Me é esse elenco, que em apenas dez semanas conseguiu me conquistar. (Thais Afonso)

The Tudors - Episódio 301

The Tudors: Episódio 1 da terceira temporada (3×01)
Exibição: 5/4/2009
MVP: Alan Van Sprang

Sim, eu quase chorei vendo o “previously” no início do episódio. Sim, eu detesto a Jane e os vestidos horríveis dela. Sim, o “eye patch guy” agora é uma das minhas únicas razões para assistir The Tudors. Sim, o Jonathan Rhys-Meyers está uma baleia. Mas não, não foi tudo tão ruim como eu esperava.

Bom, começamos exatamente 11 dias depois da finale do ano passado, com o casamento do Henrique com a Jane. Somos introduzidos ao “eye patch guy”, sir Francys Brian, e a lady Ursula. Melhor ainda, “eye patch guy” faz da Ursula amante dele. Sim, também temos a Mary sendo colocada de volta nas boas graças do pai e meu cavaleiro de armadura prateada indo conter os rebeldes no norte. Aliás, rebelião, tipo… já?!

Oh, que meigo! Henrique presenteia a Jane com um lindo cachorrinho. E estou torcendo pra que tenha sarna *Anne Boleyn smirk*

Alias, cadê a Elizabeth? O fato dela não aparecer me deprimiu, mas o Henrique dizendo que a Lizzie não era responsabilidade dele… ¬¬’

Ah, eu me controlei até agora, mas não dá mais: Tragam a Ana de volta para assombrar o Henrique, por obséquio! A Natalie Dormer fez, e muita, falta. Tragam ela de volta ou eu vou morrer de tédio! (Ana Boleyn)

House: Simple Explanation (5×20)
Exibição: 6/4/2009
MVP: Hugh Laurie

Se o episódio fosse sobre a morte de Thirteen não estranharia, afinal muitos esperam isso desde que ela entrou na série; ou se fosse Taub, seria compreensível já que ele está depressivo há algum tempo. Mas estamos falando do episódio “surpresa” em que morre o pupilo mais carismático, Kutner.

A verdade é que o ator Kal Penn pediu pra sair da série agora que estará envolvido na política. E a maneira que os roteiristas encontraram para tirá-lo da trama foi o suicídio, aparentemente sem motivo, com a simples explicação de que 25% dos suicidas não mostram sinais de depressão.

O corpo sendo encontrado, House desnorteado por não ter percebido e por isso culpando até os pais do indiano e no finalzinho, Taub chorando no corredor foi emocionante. No início Taub se fazendo de indiferente foi desnecessário, sabíamos que os dois eram amigos e foi um choque tudo aquilo.

Também desnecessário foi Foreman querendo ficar sozinho, não me convenceu.

Quanto ao paciente da semana um homem que diagnosticado errado, estava com uma sentença de morte, e a esposa que estava bem aparentemente e, no entanto tinha Leishmaniose Visceral.

Tudo foi emocionante e tecnicamente falando o episódio foi perfeito, principalmente a atmosfera escura durante todo ele. Resta esperar pra ver como a morte de Kutner afetará a vida de todos nessa reta final de House. (Lara Aurich)

Law & Order UK - Alesha

Law & Order UK: Alesha (1×07)
Exibição: 6/4/2009
MVP: Ben Daniels e Freema Agyeman

Law & Order UK chega ao fim de sua curta primeira temporada com chave de ouro: sem exceção, todos os episódios foram excelentes, mesmo quando a história adaptada ainda estava presente na memória.

Se podemos destacar alguma diferença para o original em suas primeiras temporadas é que Law & Order UK tem um grande trabalho em desenvolver seus personagens. O foco, é claro, é no promotor interpretado por Ben Daniels, mas todos os membros da polícia ou justiça têm várias dimensões, têm seus conflitos e dúvidas.

Alesha, episódio que leva o nome da assistente da promotoria, adapta o episódio Helpless (3×06) de Lei & Ordem, colocando a personagem na berlinda, quando, para poder colocar um estuprador na cadeia, ela se coloca em posição de perigo e acaba sendo violentada.

Outra coisa que se tornou característica da temporada: Londres e seus habitantes anônimos funcionam como personagens adicionais ao elenco, sendo mostrados de maneira mais “sentimental”, ou você não se emocionou com a cena em que Londres é mostrada ao fundo enquanto a chama de uma vela tremula em primeiro plano?

Law & Order UK também parece ter menos medo de usar artimanhas para fazer justiça, nos deixando feliz quando os detetives prendem o médico em meio a uma coletiva de imprensa, mesmo sem ter motivos para isso. Melhor: a justiça, no final, triunfa. (Simone Miletic)

24 Horas: Day 7: 12:00 P.M. – 01:00 A.M. (7×17)
Exibição: 6/4/2009
MVP: Kiefer Sutherland, Chris Mulkey e Carlos Bernard

Provando que não é preciso grandes reviravoltas nem grandes absurdos pra manter o telespectador preso, 24 Horas vai indo por um caminho seguro que tem resultado bons episódios, totalmente o oposto da temporada anterior, que não agradou a ninguém.

Neste ótimo episódio tivemos alguns dos principais personagens colocando a mão na massa sozinhos. Tony Almeida indo atrás das armas nucleares, se infiltrando na base da Starkwood, sem auxilio do FBI, que comandando por Larry Moss acabou se rendendo aos homens de Hodges. E Hodges, que foi pessoalmente cuidar de Douglas Knowles, o presidente do Conselho da empresa, matando-o com as próprias mãos. E até que ponto o discurso de Hodges está errado? Ele fez o trabalho sujo pra nação e agora é culpado e descartado? Claro, suas atitudes não estão corretas, mas é conveniente para os manda-chuvas empurrarem a responsabilidade dos erros pra Starkwood.

E Olivia, que para calar o repórter que a chantageava acabou fazendo sexo com ele e filmando no seu celular para chantageá-lo de volta? E o que não dizer da presidente, que sozinha teve que enfrentar Jonas Hodges e que ainda teve que cancelar o ataque aéreo a Starkwood? E ainda tivemos os primeiros efeitos do vírus em Bauer, e também uma possível cura, que envolve Kim Bauer (!). (Lucas Leal)

Fringe - Inner Child

Fringe: Inner Child (1×15)
Exibição: 7/4/2009
MVP: Anna Torv e John Noble

Após quase dois meses fora da grade da Fox, Fringe voltou do hiato e fica a pergunta: porque a série sempre é excluída da programação? Há diversos motivos para sua manutenção. O show é líder na audiência por idade (os espectadores que mais interessam aos anuciantes) e por estar no primeiro ano, uma “carona” no sucesso de American Idol não seria ruim.

Em relação ao episódio, sinto falta de uma continuação nas tramas paralelas – apesar de no final de Inner Child termos uma pequena dica – que pode até ter passado despercebida – de quem era aquela criança, quando vemos o homem que salvou Peter na infância e que retornou cobrando o favor a Walter.

Fora isso, o episódio foi meio estranho, sem graça, quase enfadonho. No houve nada que justificasse a premissa da série, com exceção da criança. Aliás, esse aspecto foi trabalhado de maneira nada usual – e nesse caso, isso não é bom. Não dá para comprar a idéia de encontrar uma criança em uma câmara lacrada por 70 anos e, muito menos, em toda aquela “captação de aura” – dá-lhe Phoebe Buffay.

Perguntas que não calam: Se o garoto se criou no subsolo, como ele entenderia inglês? Autodidata por acaso, fez curso com os jacarés que moram nos esgotos de Nova York? E não vale vir com a balela da “leitura espiritual”. E porque sempre antes de dizer o que pensa sobre os casos o Walter pede alguma coisa sem sentido? Piada? Se for não está funcionado bem. A paciência para as barbaridades de Fringe está acabando. Aliás, talvez esteja aí o motivo para tanto hiato. (Gabriel Bonis)

Lost: Dead is Dead (5×12)
Exibição: 8/4/2009
MVP: Michael Emerson

Terry O’Quinn teve uma participação incrível mas, assim como os demais, foi ofuscado pelo sempre brilhante Michael Emerson (ouso afirmar que foi a melhor atuação dele na série até então, se isto é possível).

Ainda sobre Locke, a equipe criativa de Lost tem nos brindado com situações que provavelmente já foram feitas por nós telespectadores. Se no episodio anterior tivemos Hurley e Miles tentando entender a viagem no tempo, neste episodio vimos todos que sabem que John Locke está vivo tentando entender “como?” e “por que?”, incluindo o próprio John Locke.

Mas o episodio foi sobre Ben Linus e, não vou mentir, é muito difícil falar sobre tudo que assistimos durante estes 40 minutos. Ao mesmo tempo em que quero dizer que este episódio humanizou o personagem Ben Linus, ainda me pergunto, o que aconteceu com este garoto quando Richard o “salvou”? E mais, até onde posso acreditar que ele vai enfim deixar a ilha fazer o que tem de ser feito, sem interferir? A única coisa que tenho certeza (eu acho) é que a ilha ainda não desistiu de Ben, e as cenas onde ele leva a filha de Rosseau e não mata a francesa, e não consegue matar Penny por causa do pequeno Charlie, me fazem acreditar que ainda há um homem por trás do monstro. (Paulo Fiaes)

Terminator: The Sarah Connor Chronnicles - Born to Run

Terminator: The Sarah Connor Chronnicles: Born to Run (2×22 – season finale)
Exibição: 10/4/2009
MVP: Thomas Dekker e Jeffrey Pierce

O season (series?) finale de Terminator me deixou boquiaberta. E o mais interessante, é que terminou de forma tão genial que serve tanto para um final para a série (embora muito me entristeceria) quanto para uma mudança nos rumos dos acontecimentos.

Tudo o que era realmente importante foi concluído. Os Connor finalmente encontraram Weaver (e confirmamos que ela é de fato a metal que Jesse carregava no submarino), Ellison descobriu que vinha trabalhando para uma máquina por todo esse tempo, e nós, que não era Catherine a responsável pela nave construída na fábrica que ela destruiu. Vimos que Weaver estava trabalhando para a resistência todo esse tempo, e o mais importante, John fez sua escolha. Na hora H ele abandonou tudo para ir atrás de Cameron e isso acabou levando-o para um futuro que ele conhece só de ouvir falar.

Essa viagem para o futuro abriu espaço para duas opções: ou a série trabalha como John reagirá num futuro que ainda não sabe que ele é o salvador da humanidade, ou nós ficamos órfãos de Terminator, mas com material suficiente para usarmos a nossa imaginação. Porque John está cara a cara com um Derek que não sabe quem ele é, com o pai que nunca teve a oportunidade de conhecer, e com Allison, aquela que será a base da sua Cameron. Será esse o motivo de Allison ser importante para ele e ter sido escolhida para esta missão? Por John já saber que ela se tornaria Cameron? E como serão as coisas com Sarah no passado, tendo apenas Ellison ao seu lado? E o que de fato foi fazer John Henry no futuro com o chip de Cameron?

Um final fantástico, para uma série sensacional e que merece ser renovada. (Mica)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

  • http://teleseries.uol.com.br/author/thiago/ Thiago Sampaio

    Essa semana foi ótima =)

    Southland
    Torço para que dê certo. A série tem ótimos elenco e produção, além de um formato diferente dos procedurais atuais: há mais ênfase nos personagens do que nas investigações. Como eu já disse, um Third Watch mais adulto. Agora é esperar o feedback da audiência e pelo novo programa diário de Jay Leno. Nice, NBC!

    Parks and Recreation
    Achei bizarro. Um The Office bizarro. Ou sei lá, mais um quadro sem graça de Saturday Night Live. Talvez meu problema seja esse, Thais: como assisto The Office, a comparação constante acaba sendo inevitável e não é uma coisa boa. Sou fã da Amy Poehler (SNL sem ela não é o mesmo) mas acho que merecia coisa melhor. Verdade também que pilotos de comédias não são brilhantes, mas… poxa, cópia da cópia? (ou pegando mais leve, “adaptação da adaptação”)

    The Office
    Agora sim a coisa é pra valer. Adoro essa série e tá ótimo ver o desenvolvimento da história. Quero ver o que vai forçar a queda do novo chefe, como será Pam e Michael voltando ao escritório… Mas por hora, está tudo indo bem. Pra melhorar, basta darem um Emmy pra Jenna Fischer. Ela nunca esteve tão bem na série.

    House
    Tenho que descordar, Lara… Achei podre. Penn vai trabalhar na Casa Branca? Ótimo! Excelente! Mas que aproveitassem a deixa pra escrever uma saída melhor pro personagem que… simplesmente era o único alívio cômico da série (exceto, claro, algumas tiradas de House). Certo, acontece em 25% dos casos, mas detestei! Não pareceu real, e me fez ignorar o restante do episódio, que acabou sendo um baita incômodo. A atmosfera cinzeta foi um belo toque, a reação de alguns também, mas… tava dando vontade de ficar vendo só a reação dos médicos. Eu não tava nem mais aí pro caso médico.

    Entendi a reação de Taub. Estava em negação. Entendi a decisão de mostrar Foreman “sozinho”. A produção quis mostrar que agora ele deve perceber que “não está mais sozinho”. Tarde demais pra perceber isso, vá lá. Entendi a reação de House, meio que se culpando por não ter notado. Mas poxa, não entendi decisão da produção. Pareceu um pesadelo que algum personagem estava prestes a acordar, um episódio produzido sem vontado ou simplesmente uma fanfic pessimamente acabada. Não gostei e o único sentimento que me provocou foi de ira com a produção. Horrível.

    24 Horas
    Pois é, Lucas. Foi quase um filler, mas ainda assim muito legal, por exemplo, ver Tony dando uma de Jack Bauer. O problema é que Sutherland continua insubstituível na série, portanto não dá pra ele ficar tendo convulsão até a temporada chegar. Que esse medicamento melhore logo sua saúde e que Kim reaparece de vez. Achei interessante esse argumento pro retorno dela, mas espero que não fique em perigo novamente! Ela pode aparecer só por aparecer. Garanto que vai ser melhor que as cenas da “primeira filha”…

    Lost
    Os efeitos especiais podiam ser melhores mas estamos aqui para a história, não? Realmente, o tempo acaba sendo curto em alguns episódios e mal posso esperar por algo com um livro oficial da produção que descreva TODOS os eventos de Lost, de maneira linear ou não. Os personagens conversando sobre si dialogando sobre os absurdos eram o que faltavam pra… sei lá, deixa a coisa mais real. Se é que isso é possível. Enfim, estou sempre no aguardo do próximo episódio. E isso é ótimo.

  • Jessica

    Aonde que o Jonathan Rhys-Meyers está uma baleia???

    E esse episódio foi muito bom.

  • http://mica-chan.livejournal.com Mica

    LOST: Hoje é que me dei conta que esqueci de assistir o episódio de Lost dessa semana. Meu Deus!!!

    Terminator: Posso corrigir duas coisas no meu texto?
    1) Depois que escrevi, fiquei na dúvida se realmente era Catherine no submarino. Gostei da hipótese da Thaís de que John foi perguntando para tudo quanto é T1001 se ele iria se juntar a eles, esperando assim encontrar a verdadeira Catherine, pois ela seria a que responderia sim.
    Bom, pode ser isso, ou pode ser que ela reconsiderou e após dizer não percebeu que a única solução era dizer sim.
    2) Eu disse que Weaver trabalhava para a resistência, mas acredito que o termo correto é que trabalhava COM a resistência. Não creio que ela recebesse ordens, mas sim que lutava por um objetivo comum.

    Comentários feitos, digo que esta semana não assisti muita coisa. Fora TSCC, só vi Heroes, Cupid e Dollhouse e nenhum deles foi mencionado aqui ^_^.
    Mas posso falar só um pouquinho dessas séries?
    Heroes está entrando nos eixos. Eu realmente estou me interessando mais pelos episódios e pelo destino dos personagens. É como se a série estivesse se reencontrando (e mais do que apenas coerente, a série está perdendo a mornidão e isso é muito bom).
    Dollhouse teve um episódio fantástico em todos os sentidos. Todas as cenas eu gostei, mas em especial de Mellie e Paul. Nossa, o choque dele … imagino o que eu pensaria na mesma situação.
    Cupid é uma graça. Mas sem dúvida nenhuma os casais são sempre mais interessantes que o próprio Cupido e a chatinha Dra. Claire.
    Agora, queria mesmo é ver o Trevor tentar achar a minha alma gêmea. Ia ficar preso na Terra pelo resto dos seus dias…

  • http://mica-chan.livejournal.com Mica

    Ah!!!! Tambem assisti Fringe!!! E também achei o episódio meio fraco. Não ruim, mas fraco para quem esperava há tanto tempo.
    E eles precisam achar uma função digna para o personagem do Joshua Jackson urgentemente. Eu adoro o cara, mas servir de intérprete para o pai louco não é lá algo muito útil em uma série.

  • bruno

    quem sabe terminator tenha uma chance de sobreviver mais uma temporada, para aproveitar a divulgação que vai ser feita para o novo filme que promete ser bom, redefinindo a historia, baseada no futuro, assim como tb fez a serie neste ultimo espisodio.

  • http://seriesaddict.wordpress.com Thais Afonso

    Mica, realmente Dollhouse teve um episódio sensacional! O melhor da série, melhor até que Needs, que tinha sido excelente também. Eu tinha medo de que depois do tão aguardado episódio 6 (que eu não achei lá essas coisas não) a série fosse ficar balançando entre episódios mais ligados a mitologia e episódios iguais aos primeiros, focados em algum caso bobo da Echo. Mas a série realmente está tendo uma evolução linear muito legal.

    Sobre TSCC:

    Que episódio sensacional. Se esse for o fim da série, vou ficar com raiva para sempre. Sim, dá para nós preenchermos o resto com nossa imaginação, mas eu realmente prefiro ver na tela.

    Sobre Fringe:

    “Em relação ao episódio, sinto falta de uma continuação nas tramas paralelas – apesar de no final de Inner Child termos uma pequena dica – que pode até ter passado despercebida – de quem era aquela criança, quando vemos o homem que salvou Peter na infância e que retornou cobrando o favor a Walter.”

    Ahn? Onde foi dito isso? O quê eu perdi? De qualquer forma, discordo de você, Gabriel. Gostei muito do episódio. Acho que dos “casos da semana” esse foi um dos melhores. É claro que depois do episódio que veio antes do hiato, é meio decepcionante. Mas eu não estou esperando outro episódio daqueles até a season finale, ou pelo menos os meados da season finale.

  • http://mica-chan.livejournal.com Mica

    Pelo que eu entendi, Thaís, o garoto não foi o primeiro a ser encontrado naquelas condições. Ele tem o tal problema capitar, é bem velho embora não pareça…o tal homem careca que sempre aparece em um dos casos da Fringe (o observador, ou algo assim), provavelmente é alguém com o mesmo tipo de origem do garoto, se é que não é a mesma pessoa (só que mais velha).

  • http://mica-chan.livejournal.com Mica

    Novamente sobre Dollhouse…foi só impressão minha ou aquela era a Echo, mas com habilidades especiais que o Topher imprimiu nela? Em nenhum momento é mencionado o seu nome e eu tive a sensação de que ele não imprimiu uma nova personalidade, apenas novas habilidades que a permitissem lidar com aquela situação em particular.
    A propósito, embora o Dominic fosse o ‘traidor’, não acho que ele fosse o espião que envia as mensagens para o Ballard. Nâo encaixa no perfil dele.

  • http://seriesaddict.wordpress.com Thais Afonso

    Dollhouse:

    Mica, também acho que não foi Dominic que estava mandando as mensagens para Ballard. Não tem nada a ver com a missão que ele tinha. Minha aposta é que ou é a Doutora Saunders ou é a Adelle.

  • http://mica-chan.livejournal.com Mica

    Também aposto nas duas. A Adelle é todo funcional, mas no fundo se preocupa com seus ativos. Já a Dra. Saunders…olha, essa mulher é um mistério para mim.

  • Mauricio

    Alguém sabe se no último sábado o eps de TSCC foi o 17 ou o 16? Não assisti e nem gravei – acho muita sacanagem essa mudança pra um horário pavoroso. Será que vai ser assim até o fim da temp?

  • Ana

    Pareceu um pesadelo que algum personagem estava prestes a acordar, um episódio produzido sem vontado ou simplesmente uma fanfic pessimamente acabada. [x2]

    Sabe, quando começaram os rumores, eu só fiquei torcendo que nem uma boba para ser o Taub ou a 13 e até mesmo o Foreman.
    Aí eu comecei a assistir House e apareceu a cena dele caído. E só. Minha reação: ‘ah, fantástico. Tiraram o melhor novo-pupilo’. O episódio só piorou, fica a dica. Ficou arrastado e monótono. O caso da semana só foi: ah, tá. O pior é ver que antes desse episódio, eu estava novamente me IMPORTANDO com House. Estava com vontade de assistir… e agora, só tô com vontade de matar todos os produtores por deixarem produzir um episódio tão meia boca.

  • Celso

    TSCC não pode ser cancelada. Na minha opinião é a melhor série de Scifi da atualidade com o fim de Galactica.
    Sempre me perguntei o porquê da Weaver e o episódio esclareceu tudo, ela trabalha com a resistência. Exatamente como um “Jack Bauer” ela para chegar no objetivo maior descarta (mata) humanos e terminators sem nenhum remorço, são apenas meios para chegar a conclusão da missão.
    Numa suposta 3a. temporada ele tem de “finalizar” a Allison/Cameron.

    De resto continuo seguindo atualmente outras 12 séries online + Monk e Psych pela Universal.

  • Camila Oliveira

    Chuck

    Essa série já é ótima e, mesmo assim, melhora a cada semana. A NBC tem que renová-la! Eu fiquei de queixo caído ao saber que o Orion era o pai do Chuck. Juro que não esperava nada disso. Achei que a Ellie reagiria de uma forma diferente ao reencontrar o pai, uma vez que foi ela quem falou para o Chuck que queria ser levada ao altar por ele. Uma pena que o núcleo da Buy More apareceu pouco e eu gostei das cenas com o Devon. As panquecas no final me arrancaram um “ain, that’s so cute”.

    House

    Concordo com o Thiago Sampaio quando ele disse que o suicídio o fez ignorar o resto do episódio e só deu vontade de ver a reação dos médicos. Também aconteceu comigo. Mesmo assim, eu não achei ruim o desfecho do personagem. Foi surpreendente e se ele simplesmente aceitasse outro emprego ficaria sem graça, na minha opinião. Foi interessante ver que o House mesmo querendo não se importar, ainda se importa. O Taub estava sendo um chato no processo de negação, mas a cena final dele chorando na cadeira foi maravilhosa. Também não entendi muito o Foreman querer ficar sozinho, afinal, nem parecia que ele gostava do Kutner. Por último, por que todas os lugares estavam tão empoeirados?

  • Chelsea

    The Tudors: Realmente, depois da Anna e da Catarina, a Jane parece ser mala. Pensem que em breve ela morrerá ( o bom de The Tudors é que nada é spoiler, basta vc ler um livro e já sabe o que ocorre). Adorei o novo personagem, ele parece que ocupará o lugar do Tomas de “personagem que precisamos saber mais dele” da série. Pra mim, The Tudors só ficará chato se tirarem o Charles. Eu sei que ele é um cafageste, calhorda, um “tipo da pior espécie”. Mas eu ADORO ele (e nao suporto a nova esposa dele sendo tao quietinha. Que saudade da Margareth). Mas eu nem achei o Rhys-Meyers gordo nao.

    House: Gente, eu adorei o episódio (será que fui uma das únicas?). Só fiquei triste porque foi o Kutner que saiu. Eu adorava ele, ele era o único novo pupilo que deveria ter continuado. Mas realmente, esse suicidio foi a melhor saida dele da série, seria beeeeeeeeeeem sem graca ele indo pra outro emprego ou algo assim, e, pior ainda, ele tendo um final feliz, afinal, só os pacientes tem finais felizes em House, a vida dos médicos é uma desgraca só (aguarde Thirteen, sua morte será lenta e dolorosa).

  • anderson

    Pode ser cedo, mas acho q o Emmmy de ator coadjuvante drama desse ano ja tem dono: Michael Emerson.

  • Juninho

    Terminator

    Que episódio sensacional. Se esse for o fim da série, vou ficar com raiva para sempre.[2]

    Episodio Fantastico,emocionante!Duvidas esclarecidas,mas não o suficiente para o fim,concordo com a Mica que dar pra fazer a imaginação funcionar com esse último episodio,mas eu espero não ficar apenas na imaginação,ainda mais com a cena final do John no Futuro,encontrando o Pai e com aquela que seria seu Protótipo para criar a Cameron.
    Gostei da parte em que a Cameron diz que foi criada para matar,e que embora fosse reprogamada,no fundo esse desejo ainda continuava nela,acho que aquela tremedera na mão não era uma falha,mas ela estava lutando com seu proprio extinto assassino;a cena dela entrando na cadeia pra resgatar a Sarah foi demais,tão linda e saiu toda deformada,me fez lembrar o segundo filme e a forma como o T800 (Governador Schwarzenegger)atirava nas pessoas sem matar a pedido do John,ela fez igual,atirou sem matar.

    Nunca assisti Battlestar Galactica,mas sei que ela é considerada a melhor série Sci Fi,então acredito que Terminator esteja no mesmo nível.

    Ah e já havia dito antes e vou dizer de novo,faz tempo que não falam de Heroes nessa coluna,e assim como disse a Mica,eu também concordo que a série está melhor,até os poderes,inclusive o da Angela(O Mais confuso pra mim)fez sentido agora,a trama está muito bem encaixada,e até que enfim deram um final digno pra Daphne.

  • http://mica-chan.livejournal.com Mica

    Pois é, Juninho, parece que Heroes reviveu, né? Eu sei lá o que aconteceu com a série, mas ela entrou de volta nos trilhos e isso me deixa muito feliz.

  • Juninho

    É Mica a série já estava voltando a caminhar nesse volume,mas foi a volta do Brian Fuller que fez toda diferença,o episodio 20 foi demais pra mim um dos melhores dessa temporada até agora,e mesmo que não venha ter uma grande audiência,já que eu considero quase impossivel a série voltar aos bons numeros,eu espero que o Brian Fuller continue fazendo um bom trabalho,e se a quarta for a ultima temporada que termine em grande estilo!

  • Raruiz

    The Office
    Os dois episódios foram nota 10! Acho incrível a forma como a série te deixa com aquela vontade de quero mais todo final de temporada.
    E também acho que a Pam está no seu melhor momento! Ela tava meio “apagadinha” no começo da temporada, mas agora “she’s on fire” – (That’s what she said) hehehe

    Chuck
    Sem comentários. A cada dia que passa me apego ainda mais. NBC renove CHUCK!

    Ainda não vi nenhum dos pilotos dessa mid-season. Até agora está na minha lista Southland e estou pensando em Cupid. E vou ver Harper’s Island na A&E. E preciso voltar a assistir The Tudors.

  • Fernando dos Santos

    Grato pelo review de L&O:UK, pena que a temporada foi tão curta.Poderiam ter feito uns 13 episódios.

    Estou na torcida por SouthLAnd.

  • Thomaz Jr.

    Parks and Recreation: Será que só eu que curti.
    Achei engraçada e só tem em comum com The Office o formato. Se fosse assim tds as sitcom’s sobre familia seriam cópias de I Love Lucy.

  • Cat

    Eu também gostei de House!!!!! Concordo q esqueci o caso médico diante do choque, MAS foi tudo perfeito!! não seria marcante uma saída boba pro kutner e na verdade é assim mesmo q acontece, as pessoas que aprarentemente são alegres estão depressivas e cometem suícidio. Confesso que descobri sem querer quem morria e fiquei revoltadíssima, mas vendo todo o contexto desenvolvido gostei muito. e me lembrei do episódio de ER onde o Omar Epps morre (suicídio)…tão chocante, impactante quanto!!!!

    Mas ainda quero: out 13 e taub!!!

    Hugh Laurie dando show como sempre…vê as reações do House se importando e no finzinho vendo a foto…Perfeito!!!!

  • Mariana

    Acho que o Kutner era o novo pupilo favorito da maioria, ele merecia um final marcante e isso foi feito

    Até pq nem dava pra eles terem criado uma saida aos poucos pro personagem pq pelo que me parece o ator deve ter dado a noticia com um prazo pequeno…

    Eu realmente não vejo outra forma do Kutner sair de maneira marcante sem ser essa.
    Ele indo pra outro emprego ou saindo pq não aguentava a pressão, tudo pareceria forçado e sem importância.

    Só digo mais uma coisa: Não importa como fossem explicar a saida do Kutner, por ele ser o novo pupilo favorito sempre vai ser dificil aceitar a saida dele, sempre iam encontrar defeitos na forma em que ele saiu.
    Assim como se amanhã a 13 cair da escada do hospital e morrer 75% vão ficar felizes com esse final, vão fazer até festa e achar super válido o argumento de ela ter morrido antes da doença chegar ao fim pq as vezes você morre por coisas banais

  • Vitor

    Harper’s Island foi meio decepcionante msm, quando vi que a obra era baseada no livro “O caso dos 10 negrinhos” (um dos melhores livros da Agatha Christie) foi correndo assisti, mas inicialmente a série parece não fazer muitas referências ao livro, o que é uma pena.

    Pra mim esse episódio de House foi o melhor da 5ª temporada, e um dos melhores do seriado! Ver um House tão abalado é coisa rara! E o a luz “dark” deu um tom ainda mais triste ao episódio.

    Já Lost é repetivo falar que os episódios dessa temporada são fantásticos. Repetitivo tbm é falar que Ben e Locke definitivamente são os melhores personagens da série.

  • Fátima Ap. Bergamin

    eu adoro as seguintes teleseriados e gostaria que continuassem apassar na tv (aberta)são esses:Veronica Mars-Cold Case-os CSI-Lei e Ordem-Força Tarefa-Bones-Life-House-Chuck-Monk-Medium-The Closer- A Paranormal, tem alguns outros que não lembro o nome e tambem Missing. Muito obrigada se puderem contiar a passar estes teleseriados eu vou adorar.

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