A Semana lá Fora: edição especial de season finales
A coluna A Semana lá Fora está de volta, com uma coluna especial, temática. A seguir você lerá resenhas repletas de spoilers de 13 seriados que encerraram suas temporadas na semana passada nos Estados Unidos.
A coluna abre com as alucinações de House, despedidas em Grey’s Anatomy, a chegada de Leonard Nimoy a Fringe, morte em CSI:NY e, claro, a despedida de Prison Break da TV americana, em um episódio repleto de retornos.
E tem ainda os ganchos para as próximas temporadas de Brothers and Sisters, Bones, Castle, CSI, Smallville, The Big Bang Theory, The Office e Supernatural. Duro mesmo é ter que esperar até setembro!
House: Both Sides Now (5×24)
Exibição: 11/5/2009
MVP: Hugh Laurie e Robert Sean Leonard
Se eu fosse definir em uma palavra essa temporada eu diria: arrastada. Episódios arrastados e tramas arrastadas que davam a impressão de insegurança, como se a série tivesse testando algumas teorias para ver qual agrada o público. No final das contas, o que nós gostamos nessa temporada foram situações separadas, uma piadinha de House, uma participação de Cameron, um excelente desempenho de Robert Sean Leonard. Só.
Como, por exemplo, nesse episódio. Gostei da pequena participação de Thirteen e Foreman, gostei da idéia do caso clínico – só da idéia, porque a cena inicial foi sofrível e eu estava pouco me importando com o que teria causado a separação do cérebro -, gostei do casamento e gostei que, no final, tudo não passava de uma ilusão.
Mas, ao contrário de muitos que acharam uma excelente sacada dos roteiristas nos enganando o episódio inteiro, eu achei que eles estragaram tudo, já que no final do episódio eu já estava entediada por causa de Cameron e Chase, que não decidiam nada, Wilson aconselhando House a crescer se realmente quisesse Cuddy e esses dois brigando feito rato e gato.
Enfim, foi plantado para próxima temporada um House internado em um hospital psiquiátrico e é a oportunidade que a série tem de se redimir de uma temporada tão irregular. E, com certeza, essa mudança, esse House impossibilitado de praticar medicina e uma equipe tendo de trabalhar sem os diagnósticos dele, tudo isso é prato cheio pra uma excelente sexta temporada. (Lara Aurich)

Grey’s Anatomy: Here’s To The Future (5×23) e Now or Never (5×24)
Exibição: 14/5/2009
MVP: Katherine Heigl, Chandra Wilson e Justin Chambers
Fiquei tão tensa durante este episódio que, no final, estava com uma dor de cabeça intolerável. Mas pelo menos posso dizer que Grey’s Anatomy encerrou seu quinto ano com chave de ouro: foi muito bom este episódio duplo.
Infelizmente eu já sabia antes (totalmente sem querer) quem era o paciente do ônibus, o que tirou o impacto da descoberta de Meredith. Por outro lado, isto foi um dos motivos da minha tensão sem fim, pois eu já sabia quem estava ali.
O episódio nos brindou com a conclusão de várias histórias e serviu para mostrar a Cristina que Owen pode sim ficar normal. Depois do sumiço de Burke pensei que jamais veria alguém que pudesse se encaixar com Cristina novamente, mas Hunt é o par perfeito para ela. É incrível como conseguiram se afinar no relacionamento e como os dois são interessantes juntos.
E foi particularmente perspicaz mostrarem como as atitudes de Hunt, bem como do soldado que exigiu a amputação (coisa que não conseguirei aceitar jamais) tiveram impacto em George. O’Malley teve um péssimo período dentro da série, mas fechou sua participação com maestria e me fez chorar pela perda.
E Izzie? Oh Deus, eu não queria estar na pele dela e muito menos de Alex. Nenhum dos dois merecia aquilo. Não sei quando chorei mais, ao vê-la esquecendo tudo segundos depois ou perceber que ela não havia esquecido o sermão do marido. Eles não podem matar Izzie. O final foi em aberto e creio que George não tem mais volta, mas Izzie? Por favor, não tirem a Dra. Stevens da série. (Mica)
Brothers and Sisters: Mexico (3×24)
Exibição: 10/5/2009
MVP: Matthew Rhys
Quem lê meus textos sobre a série sabe que eu pego no pé de Kitty porque ela sempre exigiu que Robert cedesse as vontades dela, mas ela nunca quis ceder. Eu acho que a série falhou ao mostrar que Robert foi vítima desse conflito, já que os dois foram vítimas e culpados e os dois precisam ceder. O bom é que, aparentemente, não teremos separações e retornos na próxima temporada, apenas os dois tentando fazer o casamento dar certo.
Outra que critiquei bastante foi Rebecca e só agora pude entendê-la. Rebecca tem uma doença – Depressão? Transtorno bipolar? – que não sei bem qual é, mas, pelo modo que ela se comporta desde que entrou na série e pela conversa de Holly com David, é notório que precisará de ajuda. Eu particularmente gostei desse plot, apesar de não saber ainda sobre o que estou falando.
Acho bacana que o casal mais completo da série é Scott e Kevin. Como Matthew Rhys disse em entrevista ao TeleSéries, o casal não é estereotipado por ser gay. Como minha namorada diz: Kevin é o mais homem dos Walkers.
Já Sarah e Tommy foram muito mal aproveitados nessa temporada – o afastamento dele acabou afetando a ela, o que é uma pena.
Gostei da reviravolta de Saul e Ryan. Saul volta a ganhar importância, mas é uma pena que ele não tenha uma vida própria. Aliás, alguém mais ficou curioso pra saber por que ele era tão leal a William? Acho que seria interessante uma explicação na próxima temporada. E, finalmente, Nora. Está na hora dos filhos a deixarem viver um pouco. A cena de abertura estilo filmes de faroeste me fez rir muito e Sally Field é sensacional. (Paulo Fiaes)

CSI:NY: Pay Up (5×25)
Exibição: 14/5/2009
MVP: Eddie Cahill
De todos os CSIs é CSI:NY que, na minha opinião, tem o melhor elenco. A equipe, ao longo do tempo, tornou-se mais que um grupo de trabalho, todos ali vivem como uma família. Não consigo sequer dividir em grupos. Até mesmo criar casais sem atrapalhar o andamento da série eles conseguiram. Por isso, quando li que alguém do elenco iria morrer fiquei desesperada. E eu confesso que a Angell não passou pela minha cabeça. Não porque ela não fizesse parte da “família”, mas pelo simples fato da atriz não aparecer na abertura.
Todo o episódio foi voltado para se descobrir os responsáveis pela morte da detetive, morta enquanto protegia o filho de Dunbrook, que iria testemunhar contra o próprio pai e acabou seqüestrado. E, mais uma vez, tivemos Mac x Dunbrook. Dunbrook que era o suspeito inicial, mas que, aparentemente, não teve nada a ver com a história. E, quando digo aparentemente, foi por conta dos minutos finais.
Após resgate do filho, Mac e Dunbrook têm uma pequena conversa. Antes de deixar o laboratório, Dunbrook diz ao detetive Taylor que ele “fique a salvo”. Logo depois, Mac se junta ao restante do time para uma última homenagem a Angell e, quando tudo parecia terminado, um carro passa lentamente pelo local e alguém, dentro do veículo, atira.
E assim termina o episódio. Será que teremos mais uma baixa?! E Flack, será que vai ser punido? Afinal, parece que ele atirou no assassino da Jessica mesmo ele estando desarmado. Esperar por pela volta de CSI:NY será difícil. (Tati Leite)

CSI: All In (9×24)
Exibição: 14/5/2009
MVP: Laurence Fishburne
Para um final de temporada, principalmente se recordarmos dos anteriores, esse episódio de CSI com certeza não foi o que se esperava.
No entanto, achei o episódio muito interessante e bem amarrado. Além de fornecer pistas sobre o que devemos esperar da próxima temporada. Parece que o Nick assumirá o lugar do Grissom já que, como ele mesmo disse, o grupo precisa de um novo especialista em insetos.
O episódio gira em torno de um assassinato que acaba relacionado com o roubo de fichas antigas de um cassino já fechado e serviu para, mais uma vez, Greg contar um pouco da história de Las Vegas e nos lembrar de que esse é o hobby da personagem. Também serviu para sabemos que Langston não largou totalmente a medicina e para vermos ele, pela primeira vez, tirar a vida de alguém. Resta saber como isso será trabalhado. Eu particularmente gosto muito do personagem dele. E fazia algum tempo que já não curtia mais o Grissom, até porque ele quase não aparecia mais.
CSI teve uma temporada um tanto irregular, mas, quem sabe, as coisas finalmente entrem nos eixos. Destaque para os atores de Lost no episódio, que fizeram eu ter um certo problema de concentração – mas não direi nada mais para não soltar spoilers. (Tati Leite)

Bones: The End in the Beginning (4×26)
Exibição: 14/5/2009
MVP: David Boreanaz
Fica a impressão de que os roteiristas perderam um pouco o rumo neste fim de temporada, não fica? Talvez seja pelo fato da Fox sair exibindo Bones como louca, nos mais diversos dias da semana, sobrecarregando de informações os fãs.
A ansiedade de todo mundo era ver como a operação de Booth tinha acabado e passamos o episódio todo a espera disso. Sim, tivemos Brennan e Booth na cama e não foi alucinação, como os roteiristas já haviam falado que não seria, mas foi sonho e isso tirou boa parte da graça.
A cena provou o que todo mundo já sabia: esses dois têm uma química tanto e ficam lindos juntos. E, no sonho, eles até vão ter o seu bebê. Tudo na mente operada de Booth tomou novos contornos e até parecia real.
Tivemos de novo um crime, mas dessa vez o casal Booth e Brennan são suspeitos e não investigadores. The Lab é um night club, Sweets é um bartender, Angela uma hostess, Cam e Jared são da polícia. Foi divertido, mas não mais que isso.
O gancho para a próxima temporada fica com a amnésia de Booth. Só eu fiquei decepcionada? (Simone Miletic)
Castle: A Death in the Family (1×10)
Exibição: 11/5/2009
MVP: Molly Quinn e Nathan Fillion
Fico feliz em escrever sabendo que Castle deverá voltar para uma segunda temporada. Não existe coisa pior que um final em aberto e a série ser cancelada.
Mas um episódio que abre com música ao fundo para em seguida vermos a vítima da vez, no caso um cirurgião plástico que foi encontrado morto em seu carro com um saco plástico na cabeça.
Castle descobre, através de mais uma de suas inúmeras fontes, que os Spolanos (aposto que a semelhança com Sopranos não foi mera coincidência) um grupo de mafiosos, estaria por trás do crime – já que o cirurgião foi responsável pela transformação de um ex-membro que servirá de testemunha contra os crimes cometidos pela família. Beckett, para conseguir acesso a testemunha em questão, solicita ajuda do seu ex-namorado, que acaba baleado. Fazendo com ela se sinta culpada. Ele sobrevive. E tudo parece o ótimo.
Como sabemos, Castle resolveu investigar por conta própria o assassinato da mãe de Beckett e, aparentemente, descobriu algo importante. No entanto, Kate deixa bem claro, quando ele se oferece para ajudá-la, que, se ele insistisse no caso, a parceria deles estaria acabada. E o episódio termina exatamente com Castle indo contar para ela o que descobriu, após ser aconselhado por sua mãe. A parte mais light do episódio ficou mais uma vez por conta da relação entre Castle e sua filha. Foi linda a cena dela voltando do baile e sua cara de felicidade após o primeiro beijo. Faz bem, pra variar, uma relação entre pai e filha tão saudável. (Tati Leite)

Prison Break: Rate of Exchange (4×21) e Killing Your Number (4×22)
Exibição: 15/5/2009
MVP: William Fichtner
Com problemas no computador, fui forçado a assistir com uma semana de atraso o episódio 4×20. Portanto, incumbido de escrever sobre o finale, me vi tendo que assistir três episódios de uma vez. Ao pensar nisso considerei seriamente em minha saúde mental. O que havia de inteligente e crível em Prison Break foi se esvaindo com o tempo. Tudo parecia voltar aos conformes (como no começo do quarto ano), era só uma ilusão e a série voltava com seus momentos questionáveis (como no recente retorno do hiato).
Mas sobrevivi inteiro. Foi divertido. Os furos pioraram. Algumas situações impossíveis foram superadas rápido demais e sempre havia uma ligação de celular pra salvar alguém – nos últimos minutos foram tantas que perdi a conta. Só não foram mais constantes que as diversas e implausíveis reviravoltas (tudo se resolve escalando um prédio).
Mas foi divertido. O retorno do malvado-agora-bonzinho Kellerman foi uma grata surpresa, já que Paul Adelstein é integrante do elenco fixo de Private Practice. Sucre deu as caras. C-Note também… Bem, tudo para construir o final merecido para os que conseguiram sobreviver – algo que a mãe do ano não conseguiu, em uma cena muito patética…
A Companhia acabou, o General foi pra cadeira elétrica, Self teve seqüelas após um infarto e T-Bag voltou à Fox River. No time dos bons, Alex Mahone teve seu final feliz. Não com a esposa, mas é melhor do que nada para o melhor personagem da série. Sucre é pai de família. Lincoln tem sua loja de surfe e Sara é mãe solteira. Quatro anos se passam e os colegas se reúnem no túmulo de Scoffield, que não resistiu ao hamartoma cerebral e fica como o “porém” do final feliz de Prison Break.
Em 21 de junho sairá em DVD um filme contendo os eventos desses últimos quatro anos. Tecnicamente ainda não acabou, mas, pelo bem do legado da série, fiquei feliz dela ter terminado antes de piorar ainda mais. Mas, repito: foi divertido. (Thiago Sampaio)

Supernatural: Lucifer Rising (4×22)
Exibição: 14/5/2009
MVP: Misha Collins, Jensen Ackles e Jared Padalecki
Essa temporada de Supernatural me obrigou a rever conceitos, já que a série se tornou maior que os irmãos Winchester (quem diria!?). É claro que os dois continuam fantásticos e cada dia suas personalidades vão ganhando nuances mais interessantes de serem exploradas, mas é o anjo Castiel quem definitivamente roubou o show e o meu coração de fã.
É sua luta interna entre o amor pelo Pai e a razão que Dean vem lhe apresentando dia após dia e a percepção de que alguma coisa não está caminhando direito na luta entre céu e inferno que fazem meus nervos ansiarem pelo próximo episódio. Até agora ele havia sido um seguidor absoluto, mas, finalmente, começou a questionar as ordens que vinha recebendo e arriscou tudo para deixar Dean lidar com a situação da forma que os dois acreditavam ser correta.
Dito isso, confesso que eu vinha esperando alguma batalha épica entre Sam e Dean, e principalmente aguardava com ansiedade ver Sam assumir declaradamente o lado negativo do seu sangue. Mas qual não foi a minha surpresa ao perceber que os produtores tinham algo completamente diferente em mente para o final da temporada?
Fantástico ver que Sam foi manipulado desde o início por Ruby e que foi ele e seu livre arbítrio que levou à quebra do último selo. Pergunto-me se Lilith no fundo queria que ele a matasse todo esse tempo, de forma que o ‘pai’ pudesse ser libertado.
Mas o melhor mesmo foi que após a burrada feita, Sam colocou a mão na consciência e, creio eu, poderemos ver novamente os irmãos Winchester juntos nessa luta contra o grande líder do inferno e não mais em uma luta velada entre si. (Mica)
Smallville: Doomsday (8×22)
Exibição: 14/5/2009
MVP: Tom Welling
Pode parecer ousado falar isso em uma sessão de spoilers, mas manter-se fora do alcance deles pode ser a melhor coisa. Sem grandes expectativas, Doomsday até surpreende. Pelo menos metade do episódio foi realmente boa. Cosmic Boy, Bart, Dinah, como é bom vê-los novamente. Até Lois resolveu dá o ar da graça, e mesmo fazendo uma aparição mínima (maldita CW!!!), nos rendeu ainda uma bela cena entre o Borrão e a futura famosa jornalista, que ironicamente, foi parar no futuro.
A outra metade do episódio foi uma comédia de erros que se transformou em uma grande tragédia. Não, não estou lamentando a morte dos dois personagens e sim a extinção da minha paciência. Matar Jimmy Olsen, que na verdade não era o verdadeiro J.O., foi algo grotesco (Maldita DC!!!). Por que Clark Kent insiste em deixar seus brinquedinhos alienígenas em lugares tão accessíveis? E qual seria a possível história envolvendo Lois e o futuro? Será que aquela ridícula teoria Chlois vai se confirmar (mesmo com a Erica contratada para a nona temporada)? E para que passar uma temporada inteirinha nos enganando sobre uma futura super batalha entre Clark e Doomsday? Smallville é cheia dessas coisas chamadas MENTIRAS.
Mas o que eu não entendo é como uma personagem que não faz nem parte do mito do Superman pode ser mais importante do que a própria figura kryptoniana? Bom, só nos resta esperar pela próxima temporada de Chloeville. Boa sorte. (Clara Lima)

Fringe: There’s More Than One of Everything (1×20)
Exibição: 12/5/2009
MVP: Anna Torv e John Noble
Mistérios resolvidos, emoção, saudações à Star Trek (típico de JJ Abrams fazer alusão a um de seus filmes), Universos Paralelos, relatividade do tempo, tudo isso e muito mais na season finale e melhor episódio de Fringe.
Com mais um roteiro de Akiva Goldsman (Oscar de melhor Roteiro Adaptado por Uma Mente Brilhante), a série deslancha de forma excepcional e fecha a primeira temporada em alta, deixando no ar uma expectativa renovada em relação às ótimas tramas apresentadas em There’s More Than One of Everything.
Os pontos vagos e as novas tramas começaram a ser abordados ainda em The Road not Taken - que levou a série para um rumo completamente diferente, já uma prévia do segundo ano. Ao contrário do esperado, quase todos os mistérios foram respondidos – faltou saber quem é o Observador. O responsável pelos casos “padrão” era Robert Jones e, aparentemente, a Dinamic Massive não tinha relação com os acontecimentos.
As novas tramas apresentadas agradaram bastante, inicialmente. A discussão sobre uma realidade paralela onde existe um pequeno “tudo” que há aqui “deste” lado parece ser bem interessante. Agora a idéia do exército para enfrentar habitantes de um Universo Paralelo e as visões de Olivia sobre um conflito em Boston parecem fazer sentido.
O que realmente me surpreendeu – apesar de o episódio dar dicas a todo o momento – foi a morte de Peter na realidade “verdadeira”. E tivemos o encontro de Olivia e William Bell no “mundo alternativo”. Ficam as perguntas: Como passar para o outro lado sem causar nenhuma catástrofe? Será a Massive Dinamics tão prestativa? Novas respostas? Só depois de uma longa espera. (Gabriel Bonis)

The Big Bang Theory: The Monopolar Expedition (2×23)
Exibição: 11/5/2009
MVP: Jim Parsons
Talvez numa tentativa de resumir tudo que aconteceu, o último episódio da segunda temporada de The Big Bang Theory não foi tão engraçado. Foi especial, sem dúvida, Sheldon teve seus momentos – Bazinga! – mas não foi daqueles que me fazem segurar a barriga de tanta risada.
Engraçado é que eu fiquei pensando no tanto que eu vou dar de risada na próxima temporada, depois do grupo de amigos passar três meses sozinhos em pleno Pólo Norte.
Diga-se, o melhor momento foi, sem sombra de dúvida, o absurdo diálogo entre Sheldon e Leonard no meio da noite, quando Sheldon descreve sua conversa com o reitor da universidade e eu consigo ver os dois conversando, direitinho, e, mais uma vez, fico impressionada com a falta de simancol de Sheldon.
Senti falta de termos mais Penny no episódio, principalmente interagindo com Sheldon – os dois sempre rendem os melhores momentos. Mas fiquei surpresa com sua reação a viagem e ela, atrás da porta, admitindo que não queria que Leonard viajasse.
Por que é que os dois terminaram mesmo? (Simone Miletic)
The Office: Company Picnic (5×26)
Exibição: 14/5/2009
MVP: Steve Carell, Amy Ryan e John Krasinski
No falso documentário que é The Office, o objetivo da equipe de gravações parece ser acompanhar a rotina de a filial de uma grande empresa vendedora de papéis. Felizmente, há mais do que isso e o forte fica com seus personagens. Como Jim e Pam, que sempre receberam merecidos destaques nos season finales.
No fim do primeiro ano, cansado de esperar por Pam, Jim resolve sair com a “hot girl”. No segundo, eles finalmente se beijam depois dele se declarar. Mesmo assim, ela continuaria noiva de Roy e no terceiro ano ele se muda de filial. Mas na reta final, Jim convida a adorável secretária para sair depois de diversos desencontros. Um ano depois, há um frustrante pedido de casamento cancelado. Dessa vez, há um bebê a caminho.
Os funcionários da Dunder Mifflin de todo o país se reuniram no picnic da empresa, causando situações às vezes gostosas, às vezes constrangedoras. Michael Scott, por exemplo, mais crível a cada episódio, revê sua alma gêmea Holly Flax e perde a chance de tê-la para sempre. Pelo menos tivemos Slum-Dunder Mifflinaire.
Charles Miner deu as caras. Dwight nos apresentou sua hilária cópia. Teve Toby e seus colegas do RH, o desleixo de Ryan, a nova secretária, a preguiça de Phyllis… Exceção dos momentos de Michael, tudo ficou eclipsado pelos olhos marejados de Jim depois de descobrir que Pam esta grávida. Perfeito. E que venha a próxima temporada. (Thiago Sampaio)
Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.
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