A Semana lá Fora: os retornos de Weeds, Army Wives, Raising the Bar e a estreia de Nurse Jackie e Royal Pains

O clima vai ficando mais quente no hemisfério norte e na televisão também: é sinal de que está começando a midseason da TV americana. Esta semana tivemos várias estreias e retornos lá fora e todos estão devidamente cobertos na coluna A Semana Lá Fora.
A coluna traz críticas das season premieres de Weeds, Raising the Bar e Army Wives (que pela primeira vez ganha review no TeleSéries) e também comenta a estreia de Nurse Jackie e, com uma semana de atraso, conta o que se pode esperar do piloto de Royal Pains.
E tem mais: temos ainda comentários dos episódios da semana de Greek e Burn Notice, a volta do hiato de Kings e a primeira eliminatória da temporada do reality show So You Think You Can Dance.
O tempo também é de despedidas: da Inglaterra vem o final da segunda temporada de Ashes to Ashes e dos EUA o episódio final de Pushing Daisies. Adeus Ned, sentiremos saudades. Confira a seguir e deixe seu comentário.
Weeds: Wonderful, Wonderful (5×01)
Exibição: 8/6/2009
MVP: Mary Louise-Parker
A estréia dessa quinta temporada de Weeds foi um pouco decepcionante em termos de qualidade do roteiro, mas Nancy Botwin é Nancy Botwin, e Weeds é uma das poucas séries que eu consigo adorar mesmo quando o episódio é meio medíocre.
É um daqueles raros casos onde a trama é secundária aos personagens e ao elenco. São eles que me prendem a série, e desde que eles estejam lá, conduzindo suas vidas insanas e nos presenteando com diálogos muito inteligente e engraçados a respeito de suas tragédias pessoais, Weeds continuará a ser minha dose semanal de alegria da midseason.
Demián Bichir, que interpreta o namorado da Nancy de quem eu mais gostei, Esteban, voltou mais assustador do que nunca. Como já era de se esperar, ele deixará Nancy viver, desde que seja comprovada a paternidade e o sexo masculino da criança. Mas isso não significa que ele a perdoou ou a perdoará, e de qualquer forma, ela estará para sempre ligada a ele.
A falta de bom senso da Nancy já não me espanta mais, mas certamente a decisão dela de trair Esteban foi a gota da água. Especialmente se o plano dela não envolvia fazer as malas e sair rapidamente do país assim que sussurrasse no ouvido da polícia. Agora eu me pergunto novamente se grávida ou não, ela não deveria ter feito exatamente isso.
Quem também está em problemas era Celia. Ou estava, já que tudo parece ter se resolvido ao final desse episódio. Apesar das piadas com ninguém querendo pagar o resgate terem sido hilárias, eu achei que a trama merecia um pouco mais de seriedade e um pouco mais de tempo. Mas vamos ver o que mais acontecerá até Celia voltar para Ren Mar. (Thais Afonso)

Nurse Jackie: Piloto (1×01)
Exibição: 8/6/2009
MVP: Edie Falco
Apesar de todo o buzz antes da estréia, eu não estava nenhum pouco empolgada por Nurse Jackie. Acho que o único motivo para eu ter visto o piloto era o fato da série ser da Showtime já que, com a exceção de Dexter, eu sou absolutamente viciada em todas as séries do canal (até mesmo as canceladas, como Huff). Também existe o fator Edie Falco, porém o único episódio de Família Soprano que eu assisti foi o piloto, e assim a presença da premiada atriz não teve influência tão forte em mim como certamente teve em algumas pessoas. Além disso, um show sobre enfermeiras? Não me pareceu nada original.
E isso, certamente, Nurse Jackie não é. É fácil identificar referências e pontos em comum com outros shows, como House, por exemplo (incrível como os shows do midseason pegam pontos da série médica, já que além de Nurse Jackie temos Mental e Royal Pains se apropriando de elementos parecidos). Mas a execução da idéia é exemplar. O roteiro funciona bem, em especial por causa dos ótimos diálogos e personagens que constrói, já que as situações também não são novas. A direção confere um ritmo um pouco mais lento, apesar dos muitos acontecimentos, fazendo com que seja possível digerir tudo e nos identificar com a protagonista.
Edie Falco faz justiça ao seu status e carrega muito bem Jackie, criando (assim como Hugh Laurie) uma personagem moralmente ambígua, mas totalmente simpática ao público. Eu já a adoro. Além de Jackie, seus companheiros de hospital também me agradaram muito, em especial Haaz Sleiman e Eve Best, mas Peter Facinelli como o médico bonitão e negligente e Merritt Wever como a estagiária são os que mais prometem. (Thais Afonso)

Royal Pains: Piloto (1×01)
Exibição: 4/6/2009
MVP: Mark Feuerstein
Quando topei assistir Royal Pains para a coluna eu não fazia a mínima idéia do que esperar, nem ao menos desconfiava do que se tratava o roteiro e a última coisa da qual eu precisava era outro seriado para acompanhar – estou atrasada com vários. Mas a surpresa foi grata e fui pega por mais um.
A trama é super batida: médico injustiçado que precisa de um novo rumo na vida e acaba o encontrando no meio da alta sociedade de Hamptons, mas que continua podendo fazer o bem no pequeno hospital local, chefiado por uma linda médica, que também só quer fazer o bem, que vai balançar seu coração.
No papel do médico Hank temos o simpático Mark Feuerstein (Good Morning, Miami) e no papel de seu irmão atrapalhado Paulo Costanzo (Joey, mas aqui com o mais feio cabelo que eu já vi). Completam o elenco principal Jill Flint (pontas em Gossip Girl), a bonita médica Jill Casey, e Reshma Shetty, a animada assistente Divya.
Sobram motivos para desfilar a riqueza da alta-sociedade americana, somam-se casos estranhos para serem resolvidos, quase sempre em segredo, e sobra uma trama leve, fácil de acompanhar, ótimo entretenimento. Sim, algumas vezes Hank explica demais as questões médicas. Mas, ganhando ritmo, deve se tornar meu passatempo preferido nesta midseason.
Só que eu continuando achando Mark baixinho demais para um cirurgião tão seguro de si – olha que quem está falando nem chegou ao 1,60m de altura. (Simone Miletic)

Army Wives: Best Laid Plans (3×01)
Exibição: 7/6/2009
MVP: Kim Delaney e Brian McNamara
A terceira temporada começou com muita expectativa depois do final da temporada passada que deixou todas as nossas heroínas com problemas a enfrentar. Joan que aprendeu a dar valor a sua vida pessoal ficou sabendo que terá que voltar pro Iraque deixando o marido e a filha recém nascida. Pamela perdeu seu emprego na rádio, Denise tendo que enfrentar a ex do Mack, Roxy podendo perder o bar para o sobrinho da Betty e a Claudia Joy desesperada com o sumiço da sua filha Emmalin.
Logo no inicio ficamos sabendo que Emmalin e Logan fugiram pra casar tentando assim evitar a separação. Denise acaba sendo despedida por ter se envolvido com um paciente e Roxy quer enfrentar Colin nos tribunais, mas Trevor diz que eles não têm dinheiro pra isso.
O episódio foi muito bom. Fiquei muito feliz com a rápida resolução do problema da Roxy. Pamela resolve investigar o Colin e descobre que ele não é sobrinho da Betty coisa nenhuma e ele vai preso. Fiquei triste com a situação da Denise que se vê sem emprego, sem marido e sem o Mack, já que ele resolve voltar com a ex. Agora, a parte central do episódio ficou por conta de Claudia Joy e Michael tendo que enfrentar o problema com a Emmalin, que não quer ir pra Bruxelas. A solução acaba sendo o Michael viajar sozinho e elas ficarem até a Emmalin terminar os estudos. Me deu uma dor no coração ver esse casal ter que se separar depois de tudo que passaram com a perda da filha Amanda e o quase estupro da Claudia Joy. (Cristina Guilhon)
Raising the Bar: Hair Apparent (2×01)
Exibição: 8/6/2009
MVP: Mark-Paul Gosselaar
Infelizmente, Raising the Bar não teve um super season premiere, como eu estava esperando, mas conseguiu pelo menos manter o mesmo nível de qualidade da temporada passada. Nesse episódio, que marcou o aniversário de Jerry, todo mundo resolveu zoar o cabelo dele, e inclusive se deram ao trabalho de comprar perucas imitando o tão famoso cabelo.
Eu particularmente sempre gostei desse corte sem-corte, e acho que tinha tudo a ver com personagem, mas pelo menos o corte mais limpinho fez sentido dentro da história, já que mais uma vez Jerry fez de tudo para salvar o seu cliente. E com isso conseguiu elogios até da juíza Kessler!!
Além disso vimos que Bobbi levou mesmo o seu divórcio adiante, e por ela tudo seria resolvido rapidamente, porém seu marido conseguiu fotos dela com Jerry, que venhamos e convenhamos, não mostram nada, mas que conseguiu ao menos esfriar a sua relação com Jerry. E talvez esse fosse até o maior objetivo do ex-marido dela no final das contas.
E é claro, como em todos os outros episódios da série, todos terminam no bar, e Jerry e Michelle, que haviam se separado de um modo bem estranho na temporada passada, aparentemente voltaram a ser amigos, e com Bobbi fora do caminho, ainda que temporariamente, podem até virar outra coisa. O que eu espero realmente que aconteça, porque Jerry precisa urgentemente de uma vida! Sério, essa coisa de advogado sofredor que se mata por cada cliente, e leva tudo pro lado pessoal, acaba ficando meio chata, pelo menos do jeito que é abordado na série. Se é pra lidar com sofrimento, com angústia, que se vá a fundo, mas pra ficar no nível superficial de “estou irritadinho com a vida por isso vou sentar no balcão e não com a galera” não dá! (Julia Mathias)

Ashes to Ashes: Episode 8 (2×08)
Exibição: 8/6/2009
MVP: Keeley Hawes
Para a desconhecida atriz britânica Keeley Hawes não deve ter sido fácil ser colocada ao lado de Phillip Glenister em sua primeira grande protagonista. Glenister é excepcional e já tinha adquirido muitos fãs na pele do irreverente Gene Hunt. Durante a primeira temporada, não importava o quanto a atriz tentasse, ela realmente não conseguia ser a estrela do show.
Nessa segunda temporada, muitas coisas mudaram. A série melhorou e se tornou mais madura e dramática, apesar de continuar sendo, na minha opinião, essencialmente cômica. Seu foco na corrupção policial e no manipulador e assustador Martin Summers tornou a temporada muito mais tensa. Os textos foram mais inteligentes e críveis, e deram mais oportunidades para os atores mostrarem seus talentos. Todos corresponderam, mas sem dúvidas foi Hawes quem mais cresceu e finalmente fez por merecer o título de protagonista.
Nessa finale ela esteve impecável. Alex realmente parecia doente e vulnerável, e um tanto quanto aterrorizada sempre que era encurralada por Summers, mas Keeley manteve a teimosia e a personalidade forte da personagem à superfície o tempo todo.
O roteiro não foi tão bom quanto eu esperava, mas amarrou bem as pontas. Summers queria que Alex impedisse a operação que arruinou sua inocência e destruiu seu caráter. E ele ainda tentou matar Alex para mandá-la de volta como agradecimento. Mas como foi impedido, Alex volta com a bala de Gene, que apenas a deixa em coma, a mantendo presa a 1982 e deixando Gene em uma baita situação, afinal, ele ameaçou matá-la publicamente.
Então Gene precisa e muito dela, mas como Alex abandonaria sua filha? É uma questão que promete tornar a próxima temporada ainda melhor. Eu mal posso esperar. (Thais Afonso)
Burn Notice: Questions and Answers (3×02)
Exibição: 11/6/2009
MVP: Jeffrey Donavan e Bruce Campbell
Qual o melhor aspecto de Burn Notice? É que ela é composta por um pequeno grupo que faz um grande estrago. Três pessoas com papeis bem distintos e que juntos formam uma unidade inabalável. Seja no serviço, seja na amizade. E é como os trabalhos que o Michael vai narrando, todos do ponto de vista do espião, que normalmente ou trabalha sozinho ou com poucas pessoas. De bônus ainda temos sua mãe para descontrair ainda mais tudo.
Neste episódio, Fiona traz a cliente. Mais um sequestro enfrentado pela trupe. E foi bem interessante o plano deles para recuperar o filho do casal (separado). Forjaram um informante, um policial corrupto e ainda um interrogatório. Jeffrey Donavan e Bruce Campbell, espetaculares, dominam a situação e fazem o sequestrador de palhaço. Quer cena melhor do que três bandidos apontando a arma um para o outro e o Sam do lado de fora vendo a tensão a mil, só esperando por um estalo para tudo acontecer? E ele sabe o que fazer, um tiro no chão e fim de história. Para completar, filho são e salvo e o casal junto novamente.
Michael começa a ser perseguido por uma policial de Miami. Sua mãe lhe faz uma festa de aniversário com toda a gangue reunida. Teve direito até a presente do Sam: Um pacote com cinco cervejas. E Fiona aproveita a ocasião para dizer ao aniversariante que não desistirá dele facilmente. Madaleine pode não ser nada sutil, mas deu um bom conselho para sua quase nora. (Anderson Vidoni)

Pushing Daisies: Kerplunk (2×12)
Exibição: 13/6/2009
MVP: Ellen Greene, Swoosie Kurtz e Wendie Malick
E acabou. Pushing Daisies chegou ao seu final. Para mim, um final digno, muito melhor que muito final de temporada. Pode não ter sido o final dos sonhos para alguns, no entanto, não podemos negar que a série não deixou a qualidade cair e trabalhou com toda a sensibilidade que acredito tenha sido responsável por conquistar tantos fãs. Infelizmente, não o suficiente para deixar a série no ar por ao menos mais alguns episódios.
Um episódio que tratou de amor e egoísmo, duas palavras tão antagônicas e ao mesmo tempo tão próximas. Quantas vezes não nos colocamos (ou chegamos próximo) – mesmo sem perceber, como foi o caso do Ned – nossos sentimentos em primeiro lugar em nome de um amor, quando o correto seria abrirmos mão para fazermos o outro feliz, mesmo que isso signifique que essa felicidade não está ligada diretamente a nós mesmos? Lily abriu mão da filha e do homem que amava em nome do amor que sentia pela irmã; Ned tentou esconder Chuck ‘do mundo’ com medo de perdê-la; Chuck quase atrapalha a ‘volta’ das tias com medo de perdê-las. Enfim, atos de egoísmo em nome do amor. Acredito que a mensagem que a série tentou passar com seu jeito intimista e ao mesmo tempo surrealista é que para amarmos é preciso pensar que o ‘outro’ tem suas escolhas.
Fiquei feliz em saber que Olive seguiu com sua vida, Emerson finalmente vai se reencontrar com sua filha e, Ned e Chuck ao que parece construíram uma nova família ao lado de Lily e Vivian. Seria ótimo poder ver como tudo isso se desenvolveria?! Sim, mas essa escolha não cabe a mim. (Tati Leite)
Greek: Tailgate Expectations (2×21)
Exibição: 8/6/2009
MVP: Spencer Grammer
Gostei muito do plot de Evan porque foi coerente com tudo que aconteceu desde que a série começou. De Cappie a Frannie, Evan tem dificuldade de se relacionar porque ele não sabe lidar com ele mesmo e com a pressão de ter um sobrenome e um futuro definido. E por mais que possa parecer clichê ele largar mão de tudo isso pra ser quem ele quiser ser, sabemos que na vida real é bem mais complicado fazer isso, até pra quem não tem dinheiro, e por isto admiro tanto na ficção quanto na realidade quem tem atitude pra ser dono do seu próprio destino.
A amizade de Evan e Rebecca também veio a calhar porque os dois combinam. Eu nem quero que eles sejam mais do que amigos, acho que não é necessário todos do grupo ficarem entre si, apesar deles já terem ficado.
E Cappie e Casey? Dessa vez falarei sobre os atores Scott Michael Foster e Spencer Grammer. Foster tem um grande carisma e isto torna o personagem dele extremamente carismático. Agora é Grammer que dá um show. Vejam que pra todo estado de espírito de Casey, Grammer tem uma expressão diferente, ou melhor dizendo, pela expressão dela muitas vezes já sabemos o que ela ta pensando ou sentindo sem nem mesmo ela ter dito algo. Eu diria que da série, estes dois são os que mais têm chances de se tornarem bons atores à medida que forem amadurecendo. Que venha a finale. (Paulo Fiaes)

Kings: Brotherhood (1×07)
Exibição: 13/6/2009
MVP: Susanna Thompson e Ian McShane
Kings é uma série difícil. Acredito que se fosse uma minissérie seria um sucesso mas, como seriado, e ainda na NBC, que precisa e quer voltar ao topo da audiência, era um tanto previsível que não ganhasse o tempo necessário para que o grande público se familiarizasse com sua história.
A parte envolvendo Jack e David para mim foi o mais chato de acompanhar nesse episódio, mas eu culpo uma parte minha que não tem tanta paciência para cenas de confronto armado, guerras, etc. O final, no entanto, foi ótimo, criando um laço definitivo entre os dois após David salvar Jack. E abrindo o arco de como o herdeiro do trono vai agir com essa dívida nas mãos. Como ele mesmo disse David não é seu inimigo, e o problema está justamente aí. Ele não sabe como lidar com o rival que não é um rival de verdade (pelo menos ainda).
A rainha Rose cada vez mais é a personagem que eu adoro odiar. Ela é de uma frieza impressionante, mas ao mesmo tempo sabe passar delicadeza. Uma atuação primorosa de Susanna Thompson de quem sentirei muita falta. Ian McShane não fica atrás. A cena em que ele descobre finalmente quem traiu seu Reino foi maravilhosa. Por um momento eu acreditei que ele apenas fosse mandar prender o seu traidor. (Tati Leite)
So You Think You Can Dance: Top 20 Perform (5×06) e 2 of 20 Voted Off (5×07)
Exibição: 10 e 11/6/2009
MVP: Ashley e Kupono
O melhor: O episódio já começou bem com mais uma linda coreografia de hip-hop, por NappyTabs, dançada por Philip e Jeanine (veja aqui), que não só executaram os passos muito bem, mas também conseguiram alcançar a tão necessária “química” logo na primeira semana. Um pouco depois tivemos Randi e Evan dançando jazz, em uma coreografia de Tyce Diorio (veja aqui), que não é dos meus coreógrafos favoritos, mas dessa vez acertou na mosca, e deu a Randi e Evan a chance de mostrar que mesmo sendo os dançarinos mais baixinhos da competição, eles tem talento de sobra.
Em outro jazz, dessa vez pelo gênio Wade Robson (video acima), Kupono e Ashley abraçaram totalmente seus personagens e fizeram com que dois bonecos de testes parececem graciosos ainda que no seu jeito boneco de ser. Destaco ainda o fato da música (Felt Mountain, Goldfrapp) ser quase inexistente, mas ainda assim parecer perfeita pra aquele cenário. E finalmente tivemos a maravilhosa coreografia de dança contemporânea, por Mandy Moore, e dançada por Melissa e Ade (veja aqui), que por terem não aparecido muito até esse momento, surpreenderam a todos em uma coreografia bem difícil e que requeria um certo envolvimento emocional também.
O mais ou menos: Eu não diria que tivemos uma apresentação realmente ruim essa semana, mas tivemos pelo menos duas que decepcionaram. A primeira foi a de Broadway, por Tyce Diorio, e dançada por Asuka e Vitolio (veja aqui), que foi extremamente sem graça, embora eu ainda ache que a grande tenha sido do coreógrafo. Já a segunda, mais um hip-hop por NappyTabs, dançado por Tony e Paris (veja aqui), fracassou graças aos dançarinos, em especial Tony, que mesmo em seu próprio estilo deixou muito a desejar.
Noite de eliminação: A dança em grupo que abriu o episódio, coreografada por Shane Sparks, foi bem interessante, mas os solos e a atração internacional (nunca vi um tango em que ninguém se olha), deixaram a desejar. No bottom 3 ficaram Jonathan e Karla, Asuka e Vitolio, e Tony e Paris. Graças à Deus, Tony e Paris foram mandados pra casa. (Julia Mathias)
Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.
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