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Bones – The Killer in the Crosshairs

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Série: Bones
Episódio: The Killer in the Crosshairs
Temporada:
Número do Episódio: 6×15
Data de Exibição nos EUA: 10/03/2011

Há quem não goste de rotina. Eu prefiro ter tudo no lugar. Isso significa que surpresas não são tão bem-vindas. Pode soar até um pouco monótono, mas quem se importa com isso quando sua rotina envolve perseguições, franco atiradores, ossos, armas elaboradas, bandidos, pai psicótico, parceiros que são parceiros de verdade. É disso que Bones é feito, e qualquer intromissão não será mais admitida. Pela primeira vez, senti que a série estava de volta aos trilhos. The Killer in the Crosshairs foi nota 10!

Caso

Não estamos falando de um caso comum. A vitima aqui na verdade ainda não morreu. Tirando o pobre coitado que foi “desconectado” no início do episódio, e proclamado o ‘empata-encontro’ do ano! Mas o que torna esse episódio especial é a perspectiva de vermos o Booth sendo o condutor e o especialista do caso, e impedindo alguém de morrer e não tendo que descobrir a causa da morte ou o motivo.
Ser um franco atirador lhe deu a vantagem de conhecer o trabalho de seu ‘inimigo’ mas ao mesmo tempo lhe trouxe um passado que ele preferia não ter que lidar. Mas no final tudo deu certo, não só ele conseguiu impedir que o assassinato ocorresse, mas o trouxe mais perto de sua parceira.

Casais

Posso gritar agora ou só depois? Quem diria que uma corridinha de manhã poderia ser tão promissora? Sim, estou falando de B&B e a Tensão. O casal top de Bones. Finalmente ela voltou, e voltou para ficar! O que foi o Booth querendo ficar com a Brennan no dia de folga deles? A última vez que eu chequei isso não é coisa de “parceiro” e sim de amigo – ou mais que isso. Será que ele deixou de ser míope? Apesar de dizer ao Sweets que ele superou todo o drama entre Bones e ele, a cena final só mostrou que ele está pronto para voltar para o lugar onde os dois eram mais do que colegas de trabalho. Amém!

Angie/Hodging/Gibbons – o trio foi o ponto alto do episódio. Alguém faça o pai da Angela um squint para ele ficar por lá para sempre? Por favor! Sempre que ele aparece, ele rouba a cena. Ainda fico pensando como a Angela pode ser filha do Gibbons, mas tudo bem. Não vou pensar nisso, vou me concentrar em Staccato Mamba, o novo mascote da série, ou a nova. Quem sabe?

Gostei do jeito que o Hodgings enfrentou o barbudo, mas gostei muito mais do jeito que o pai da desenhista lidou com o genro. Adorei a tatuagem! Mas o que fez meus olhos brilharem e um sorriso brotar em meu rosto foram os gorrinhos do Michael Joseph e da Katherine Temperance. Ah, as possibilidades!

Estagiário

Por que estão regenerando os squints? Não quero que concertem o Mr. Nigel Murray. A esquisitice dele é a melhor. E ele é o mais engraçado e querido de todos. Nesse episódio, ele esteve tão apagadinho, nem dá para acreditar que ele vai deixar a equipe. Nesse episódio, ele não fez muita diferença. Mas deixa ao menos a pergunta no ar: Será que a Daisy deixará de ser um porre? Seria uma mudança a se fazer…

Missão Impossível

Cena final. Tensão. Como não agir como dois adolescentes e se atracarem ali mesmo? Parabéns, vocês conseguiram o impossível.

Personagem do Dia

Caroline e Gibbons! A Caroline sempre que aparece rouba a cena e o Gibbons também. O que foi a cara da promotora quando a Brennan disse que o Booth era fã do conflito no Jônia ou quando disse que o Broadsky merecia uma injeção letal apenas por ter estado no apartamento do Booth. Ela é a melhor. O Gibbons? Bom, ele é um show a parte.

The Killer in the Crosshairs

Adorei. O episódio foi cheio de simbologia e também de muitas possibilidades. O jogo de bem e mal serviu direitinho para reconhecermos alguns propósitos. Agora a história ficou realmente pessoal para o Booth e nem quero pensar o que pode acontecer até o final dessa temporada.

Fico pensando nos rumos que Bones tomou no final da quinta temporada, quando Brennan decidiu “fugir” de toda a pressão de lidar com a morte, e aí estão eles novamente, envolvidos, mais do que envolvidos em uma situação bem ameaçadora.

Mas antes de pensar em coisas que não aconteceram ainda, que tal pensar em Booth preocupado com o que a Brennan pensa dele? E da conversa dele com o Sweets? “Me mata pensar que a Bones acha que tirar a vida de alguém não significa nada para mim” – é Booth… a opinião dela é importante para você, e me mata pensar que você acha que ela é só sua parceira. A vida é engraçada assim.

A questão importante nesse episódio foi o motivo para que o franco atirador do mal confronte o agente Booth e cause um pouco de estrago… nas nossas pobres vidas, é claro!

Essa vai para as meninas do The Lab – aprendi com Bones que fingir interesse na Guerra do Peloponeso pode me ajudar a conquistar alguém.

Séries citadas:

30 anos, é formada em jornalismo pela Unesp e em Letras Inglês e Literaturas pela UFRN. No "TeleSéries", já foi colaboradora e editora de Notícias, agora é Editora de Conteúdo e escreve a coluna mensal "Sintonia". Já passou pelo Vírgula e pela Rede BomDia, do DIário de S. Paulo. No tempo livre, vê Bones, Hot in Cleveland, It's Always Sunny in Philadelphia, entre muitas outras séries. Fã do Clark Kent e música country.

Website: http://naliteral.blogspot.com.br/

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