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Reviews

Grey’s Anatomy – Love, Loss and Legacy

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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: Love, Loss and Legacy
Temporada:
Número do Episódio: 8×05
Data de Exibição nos EUA: 13/10/2011

A 8ª temporada de Grey’s Anatomy está me fazendo muito feliz. Até do episódio que menos gostei, eu gostei! Um ótimo início de temporada, que me deixa muito empolgada e me faz pensar: “a Grey’s Anatomy que eu amo está de volta”. Espero, de todo coração, que os episódios que estão por vir mantenham – ou elevem – o nível. Seria uma temporada para recordar eternamente.

Love, Loss and Legacy foi recheado de bons momentos. Graças aos deuses que governam esse mundinho dos seriados, vimos um pouco mais de Bailey no episódio. Chandra sempre segura muito bem as pontas quando recebe algum destaque. E dessa vez não foi diferente. Conforme previsto, o retorno de Ben chacoalhou as coisas entre Bailey e Eli. Achei hilário ela tentando ser clara com as palavras, quando suas atitudes falavam tudo. Creio que não demorará para termos um novo/antigo casal pelos corredores do Seattle Grace.

Além da vida “sentimental” de Bailey ter recebido destaque, ela também foi retratada sob o enfoque “profissional”. Acho bonitinha a forma como o Chief está tentando cumprir a promessa que fez à Ellis Grey. E é interessante ver a legítima preocupação de Miranda com a inclusão de Meredith em “seu” estudo clínico. Rendeu bons momentos essa interação entre Bailey e Webber. E ainda deverão haver mais momentos do tipo, já que não vejo nenhum dos dois lados dando o braço a torcer.

Gostei também da trama de Zola no episódio. Preciso confessar que derramei algumas lágrimas quando Meredith chorou compulsivamente, enquanto Derek, super romântico (cadê o abraço amigo?), dava “palmadinhas” em suas costas.

Karev, sabendo que Zola estava em perigo, abandonou suas chances de participar do transplante para socorrê-la. Depois, comunicou Meredith, contrariando ordens diretas de Robbins. Ou seja, ao contrário do que fez no final da temporada passada, ele pensou primeiro na amiga. O que demonstra um certo amadurecimento. E aproveito o momento para dizer que estou amando a interação ente Karev, Mer e Yang. Eles estão cada vez mais amigos, mais família.

O amadurecimento se instalou em Mer, também. Dessa vez, ela foi a “razão”, enquanto Derek ocupava-se com a “emoção”. Graças à suas palavras sensatas, o processo de adoção não foi ainda mais prejudicado. Por isso, me irritou demais o papo entre Derek e Owen, e sua opinião de que as respectivas esposas não os ajudam a perdoá-las. Por que se a conduta de Meredith nesse início de temporada, especialmente nos últimos três episódios, não é prova de que ela está disposta a tudo para apagar o “erro” cometido, então não sei de mais nada.

Pra mim, é hora de Derek parar de tanto drama e perdoar, de coração, a esposa. Mas entendo que Shonda, a pessoa mais apegada ao drama do planeta Terra, esteja aproximando o casal aos poucos. Minha torcida, agora, é pra que Zola volte logo para os braços dos pais, pra ouvir a musiquinha da “dona aranha” ao vivo e a cores. Acho que isso reaproximaria, definitivamente, MerDer.

E enquanto uns se reaproximam, outros vivem na corda bamba. Por que, pra mim, isso é o que define o estágio atual da relação entre Cristina e Owen. Se no início do episódio eles estavam felizes e fogosos, no final do episódio Hunt estava emocionalmente afastado de Cristina. E não o culpo. Deve ser difícil ver uma cena extra fofa entre a esposa e a bebê Zola, depois de um aborto opcional tão recente. Mas entendo a perspectiva da Cristina, também. Afinal de contas, ser mãe em tempo integral é bem diferente do que passar uma noite com uma criança.

E qual foi o ponto alto do episódio? A participação de Debbie Allen, como Catherine Avery – a espalhafatosa e sincera mãe de Jackson. Se em apenas um episódio ela causou tantas confusões e alterações de comportamento, imaginem o que seria do Seattle Grace se ela fosse adicionada ao time de atendentes? Diversão a perder de vista.

A dobradinha Mark/Jackson tem funcionado muito bem. Cada vez mais gosto dos dois trabalhando juntos. O tapinha na bunda que Mark deu em Avery, no melhor estilo “vai lá meu garoto”, foi sensacional. E o que já estava ótimo ficou maravilhoso com a adição de Catherine. Foi muito engraçada a guerra de egos e de especialidades entre a Dra. Avery e Sloan. E, apesar de toda a rixa envolvida, eles fizeram do incomum transplante de pênis um sucesso e “entraram juntos no futuro da medicina”.

To ansiosa pra ver como ficará o relacionamento de Avery e Lexie, depois da dica que Catherine deu ao filho sobre o comportamento de Mark. Se formos analisar, independentemente de torcer para a volta de Sexie, há que se admitir que Mark ama Lexie “muito mais” do que Jackson. E talvez, Avery saiba disso. Enfim, quero ver aonde essa história vai parar.

Minha única cisma com essa temporada, como vocês já devem ter percebido pelos meus comentários, é o sumiço de Lexie Grey. Gosto bastante do papel, e a Chyler Leigh sempre vai bem quando ganha algo importante para fazer. Então, tô achando completamente descabido ver April, e até mesmo Teddy, tendo mais destaque do que a Mini-Grey. Torço para que ela volte com tudo, e em breve.

Para finalizar, vendo a promo do próximo episódio (Poker face), preciso dizer que acho que todas as minhas reclamações irão para o espaço. Agora, é contar as horas pra semana que vem!

P.S.1: pra mim, o jantar da Teddy e do Henry deve ser citado apenas por proporcionar o rompimento entre Eli e Miranda e pela cena fofa entre Arizona e Callie. Sem mais.

P.S.2: imaginem o nível de frustração de Cristina com sua mão esquerda. Ainda mais depois que Derek e Mer fizeram o tal nó como se fosse brincadeira. Achei muito hilária a busca de Yang pelo desenvolvimento da mão esquerda. Coisas que só Cristina proporciona para você.

P.S.3: Catherine deveria ganhar cadeira cativa na série, por que nunca ninguém “trollou” April melhor do que ela. Ganhou meu amor eterno!

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

  • Tati Siqueira

    Gostei bastante do episodio, principalmente pela Bayle adoro a personagem e gostaria de ver mais aquela versão dos primeiros anos…….Ela está bem de homem hein……jesus…..acho os dois bem atraentes,mas o que ganha em disparada é o Anestesista; Gato hein…..

    Sobre a Lexie acho que estão fazendo a maior besteira em deixar ela de lado, poxa ela melhor que a April por favor……..Sloan ama ela de verdade, coisa que Avery não…..ele até pode gostar, mas AMAR não.

    Eu ia reclamar do Derek, mas depois de ver a promo deixei queito…….rsrsrsrs

  • http://www.facebook.com/people/Flavia-Ribeiro-Varsano/100001709792915 Flávia Ribeiro Varsano

    Gente, a Chyler Leigh teve bebê e pediu um tempo a mais para ficar com a família, por isso a participação da Lexie está reduzida. Shonda a liberou. Mas parece que no próximo ela já volta com tudo.

  • Tati Siqueira

    Flavia ela teve outro Bebe? Pois se não me engano a temporada passada(ou foi a anterior a essa) ela teve um bebe tanto que só aparecia do pescoço para cima? Tomara que ela volte logo, adoro a personagem dela.

  • http://www.facebook.com/people/Flavia-Ribeiro-Varsano/100001709792915 Flávia Ribeiro Varsano

    Na verdade eu acho que o bebê já tem mais de um ano, mas ela tem três filhos e pediu um tempo maior em casa. Pelo menos foi o que li…

  • Mariela Assmann

    Pois é, não encontrei uma posição “oficial” sobre isso. Se o pedido foi dela, a falha não é dos roteiristas, então ignorem minhas reclamações! =P

  • Bruno

    Sou apaixonado por Leigh desde que ela fez a finada 80ths Show. Aquele episódio dela loura, depois voltou com o cabelo preto, o vai e volta dela com Mark. É óbvio que os dois se amam. E também é óbvio que estão em estágios diferentes da vida.

    Quero dizer, ele sempre foi mulherengo, traiu o amigo com a esposa, “arrependeu-se” e foi atras do amigo até ser perdoado (foi mesmo?) para finalmente descobrir que tinha uma filha que não sabia, e em seguida que ia ser avô. Isso despertou um novo lado dele e nunca mais foi mesmo depois disso. Ai eles (Mark e mini-Grey) rompem e voltam. Mas no meio tempo, a “amizade com beneficios” com Callie rende o bebê dos dois e quando mini-Grey descobre, após parecer que tinha superado a questão da filha loura e jovem dele, volta tudo atrás outra vez.

    Tá certo que não podemos esperar que ela, que não foi mãe, que está no começo da vida, entenda o que está passando pela cabeça do Mark. É dificil, com certeza, uma mulher jovem entender a relação de um pai mais maduro com um filho. E a maior prova disso é o amadurecimento de Mark junto com Arizona, que a principio não queria filho de jeito algum. Como pais (tanto ele quanto Arizona), as prioridades mudaram completamente. E mini-Grey não consegui acompanhar (nem aceitar) essa mudança em Mark.

    Não acredito que eles fiquem juntos no final. Mas, como homem, gostaria de acreditar que fosse possivel uma mulher como ela aceitar essa nova parte de um homem como ele. Sei que vão achar machista, achar que os “velhos só querem as cocotinhas” (a diferença de idade dos dois é evidente), mas não é isso. mini-Grey mudou Mark (do mulherengo inveterado para o cara que está a sei lá quantos episódios sem pegar ninguém) tanto quanto ser pai (primeiro com a possibilidade de adotar o neto, depois no relacionamento com Callie). Não deveria ser uma escolha entre ela e o bebê pois nunca houve nem numa haveria como ela ganhar. Se ela realmente o amava deveria apoia-lo, simplesmente. Porque vemos que, independente de estar com ela, ele continua a apoiando e cuidando dela, mesmo quando praticamente colocou-a nos braços de Jackson – detalhe, não sabemos se ela percebeu isso – ou se percebeu e aceitou.

    Uma vez colocaram que Leigh foi posta na série para o caso de Meredith surtar e pedir um salário alto demais, continuarem com mini-Grey. Pode até ter sido, mas o amadurecimento da personagem, desde o inicio do relacionamento com a irmã mais velha (da qual ela tinha quase medo), com o pai (que nunca superou a traição da esposa com o Chefe), a morte da mãe dela nas mãos de Meredith, o alcoolismo do pai, a estória com Mark, tudo que tem acontecido é grande parte mérito da interpretação da própria Leigh, que consegue encantar passando uma ingenuidade cativante. Ela deveria ter mais destaque, mais que por ex. April, pois seria muito merecido.

    Sobre a “Lexipedia”, acho que faz tempo que não usam esse traço da personalidade dela. Mas posso estar enganado.

    Adoro os seus reviews. Ja pensou em escrever um livro sobre a série? Acredito que venderia bastante. E faço uma sugestão, no episódio final de cada temporada fazer tipo um “resumão” do plot da temporada. Ficaria bem interessante para quem está começando a acompanhar uma série depois dela começada.

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